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Silhuetas na lua cheia

Por Rita de Sousa

O fotógrafo neozelandês Mark Gee é um apaixonado pelo seu trabalho. Os anos passados envolvido na fotografia de filmes longa-metragens o condicionaram a manter constante atenção aos detalhes, sempre procurando ângulos diferentes e lançando mão de muita criatividade. Mas com esse vídeo, essas imagens da lua, ele se superou.

Foram alguns meses de preparação, tentativas fracassadas, e eis que fica pronto um vídeo que ele, Mark Gee, jura que não houve manipulação, nem corte, nada: Full Moon Silhouettes, ou Silhuetas na lua cheia, em tradução livre. Para conseguir isso, a partir do Mirante Monte Vitória , em  Wellington, na Nova Zelândia, Gee armou seu aparato fotográfico a 2,1 km do local, do outro lado da cidade, no nascer da lua do dia 28 de janeiro de 2013.

A trilha sonora é Tenderness, de Dan Phillipson.

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14 Comentários

Cristina França em 28 de maio de 2013

Como somos pequenos nessa imagem.como somos pequenos perante o universo.linda Lua.que muitas vezes já vi na beira mar.assim cor de mel e gigante.

Ismael Pescarini em 27 de maio de 2013

Este sábado, dia 25 de maio, a Lua estava cheia e linda. Se fossem duas, seriama imagem dos seios da Tamara Eclestone.

Vera Scheidemann em 25 de maio de 2013

Belíssimo vídeo ! Linda trilha sonora ! Como bem disse o Tuco, os espetáculos mais deslumbrantes são de graça ! Vera

moacir em 25 de maio de 2013

Setti, Mais uma vez obrigado,pelas tréguas e pelos copos d'água gelada ao meio dia,e por essa lua enorme aí gitando que vale a pena...

Tuco em 24 de maio de 2013

. Os espetáculos mais deslumbrantes não cobram ingresso! Valeu, Grande RSetti! .

Márcia Maria em 24 de maio de 2013

Seu Setti, aproveitando a Lua Cheia, estimula a líbido, o q Sr. achou da pesquisa nacional, q a mulher Gaúcha é a q mais trai no Brasil. Até isso, depois q o PT, assumiu aqui, o RS é premiado. Para petista, isso é normal.Já q o seu Lula, é o mais cobiçado e sexy simbol, da mulherada petista.

Reynaldo-BH em 24 de maio de 2013

Sábado estarei esperando por ela...

Kitty em 23 de maio de 2013

Caro Ricardo, hoje a Rita de Souza caprichou! Um espetáculo ímpar. Aqui em J. Pessoa curtimos um luar espetacular também. Quando a lua desponta por trás da línea do horizonte ela vai ficando enorme e reflete a sua luz no mar que com o movimento das ondas cintilam. Um espetáculo e tanto. Devo reconhecer que o trabalho paciente do fotografo Mark Gee é digno de um aplauso. O fundo musical com a trilha sonora Tenderness realçou o momento mágico do encantador luar!!! Um abração//Kitty

Zaratrusta em 23 de maio de 2013

Belíssima e inspirada filmagem! Temos essa beleza natural nascendo diariamente, mas nem nos lembramos de admirá-la diretamente, dado o ritmo alucinante a que estamos sujeitos! Já que o tema é a Lua: Faz tempos que um contracenso me indaga quais seriam os reais motivos pelos quais EUA e Rússia "desistiram" de "ocupá-la" optando pela criação de uma plataforma espacial em substituição a uma base lunar... Pesquisando mais profundamente dentro dessa assunto descobri uma grande quantidade de vídeos e artigos intrigantes denunciando e relatando fatos que comprovariam a existência de possíveis bases de alienígena tanto no lado visível como no lado oculto da Lua, que, se confirmado for, podem de fato explicar logicamente "as motivações" dessa escolha aparentemente ilógica!

Milton Simon Pires em 23 de maio de 2013

O BRASIL ENQUANTO A NOITE NÃO CHEGA. Milton Pires Título da obra de Josué Guimarães, Enquanto a Noite não Chega foi publicado em 1978. Nem de longe é um romance que possa ser considerado “comum” na nossa literatura. Aborda temas que estavam, e estão até hoje, muito distantes daqueles que se tornaram best sellers ou cânones da academia – os dois únicos critérios utilizados para avaliar a produção literária ocidental..rss..rss O livro trata fundamentalmente do tempo e da morte. Foi escrito em plena época do regime militar, quando ainda existia no Brasil alguma referência em termos de certo e errado, e algum paradigma a orientar a sociedade no sentido da transcendência destes valores. Jamais naqueles dias alguém pensou que o fim de um tipo de governo poderia significar o fim de um tipo de moral. Na década de 1970 nenhum brasileiro poderia acreditar que crucifixos seriam retirados dos tribunais por uma demanda das lésbicas, que chutar cachorros tivesse a mesma repercussão na mídia que queimar dentistas, ou que as pessoas teriam vagas na universidade garantidas pela cor da pele. Duvido que o doente mental mais grave solicitasse ao seu psiquiatra a vinda de 6000 médicos de outros países, ou que as famílias dos criminosos mais perversos tivessem um auxílio financeiro do governo enquanto seu “ente querido” cumprisse pena. Não me lembro, de ter visto algum personagem do Trapalhões, do Chico Anísio Show, ou do Viva o Gordo sugerir que cirurgia de mudança de sexo (é esse o nome politicamente correto?) fosse feita gratuitamente com dinheiro público, ou que uma criança pudesse ser educada por dois marmanjos como se eles fossem seu pai e sua mãe. Não me recordo de nenhum general brasileiro alcoólatra, semi-analfabeto ou fotografado lendo livros de “cabeça para baixo”. Não havia hospitais com médicos chefiados por enfermeiras, os professores não levavam surras dos alunos, e os policiais não moravam nas mesmas vilas que os traficantes com quem trocavam tiros... Quando penso em tudo isso tenho plena consciência que olho para o passado e vejo – até certo ponto aquilo que gostaria que o presente fosse. Sinto, como a maioria das pessoas, uma saudade infinita da infância ..e de um tempo que já não volta mais. Entendo também que muita gente que está agora lendo o que escrevo pode lembrar com muita razão que nem tudo “era um mar de rosas”. Sobre este ponto não há discussão. Além de Deus, nada ao meu ver é eterno mas ainda assim acho que houve uma, talvez apenas uma, perda que foi irreparável – a da nossa capacidade de indignação! Essa não existe mais há muito tempo. Quebrou-se a espinha dorsal do país quando se destruiu, aos poucos e metodicamente, num trabalho começado ainda na década de 1960, o conceito de Nação e a crença sincera num Deus apolítico..numa força superior e eterna, capaz de ser a fonte do amor gratuito e da caridade tão necessária a honestidade intelectual e esperança de um povo. Desse processo todo nada mais restou além da pobre família brasileira. É ela agora, sozinha, que tem que fazer também o papel de um Deus e de uma Pátria que há muito foram esquecidos. Dia após dia ela vai sobrevivendo a tudo e a todos – não da caridade de quem a detesta (como cantou Cazuza) mas de quem a ignora. Nos lares mais pobres do Brasil ela ainda é contra a liberação das drogas, faz oposição cerrada ao aborto e ao casamento gay e vê, com olhos de gente simples e desconfiada , esse “tal de aquecimento global”. Isolada num país moralmente tetraplégico, a família brasileira espera quieta a sua hora chegar..mais ou menos como os personagens de Josué Guimarães - Seu Eleutério e Dona Conceição – sempre vigiados pelo amigo coveiro, sempre lembrando um tempo que já passou – eternamente esperando... É o próprio Brasil que espera.. Enquanto a Noite não Chega.. para o meu pai.. Porto Alegre, 23 de maio de 2013.

Victor Antonio Nogueira em 23 de maio de 2013

Setti, obrigado mais uma vez por nos proporcionar belos espetáculos.

Nanda em 23 de maio de 2013

perfeito,magico,lindo,demais nossa é muito lindo,muito magico *-----------------------------*

Matheus em 23 de maio de 2013

Olha, Seu Setti, estou assistindo 1 tempo do Galo, não está nada bom. Vamos ver se sai vivo para o jogo em Minas. O 1 tempo muito mal mesmo, Seu Setti, o Gilberto Silva, virou uma avenida. E o Flu ontem decepcionante. Tá com cara q no fim pode acabar dando Boca de novo.

Ismael Pescarini em 23 de maio de 2013

Já estou preparando minha máquina fotográfica (e uma boa dose de cachaça, de Salinas) para o fenômeno denominado super-lua, em junho. http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/superlua-aparecera-no-dia-23-de-junho

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