São 63 jovens que, além de belas, têm em comum o fato de serem deficientes auditivas. Com o auxílio de seis diretoras musicais, porém — as moças de branco que podem ser percebidas no vídeo –, elas executam com incrível perfeição essa “dança das mil mãos” criada pelo coreógrafo chinês Zhang Jigang.

As jovens pertencem aos quadros da Companhia Chinesa de Artes Cênicas para pessoas com necessidades especiais e se apresentaram num festival em Hanói, no Vietnã.

Vídeo belo e comovente:

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6 Comentários

Sonia Regina em 09 de janeiro de 2014

Bom dia Sr. Ricardo No meio de tanta noticia ruim é gratificante ver essas meninas maravilhosas. Grata

Cau Marques em 08 de janeiro de 2014

Estamos perdidos... Enquanto na China, o "povão" assiste espetáculos como este maravilhoso bailado, no Ocidente, temos o Justin Bieber e Lady Gaga. No Brasil, o funk e o sertanejo universitário. Jogamos fora toda a nossa maravilhosa tradição cultural. Seremos escravizados pelos chineses em poucas décadas. Podem escrever. E vamos merecer este castigo...

Reynaldo-BH em 08 de janeiro de 2014

Poucas – e raras – figuras públicas são mais nefastas dos que as da família Sarney. São décadas de um absolutismo que tem no obscurantismo a maior marca. Uma capitania hereditária, onde não existem poderes republicanos: há um poder pessoal e transferível. É assustador. Um caso de uma ditadura “democrática” que está entre as mais longevas do mundo. E certamente como qualquer ditadura, abjeta. José Sarney estava no lixo da história, caminhando para o ocaso. Foi resgatado por Lula, que o considera “pessoa especial”. O escolhido a acompanhar o imperador de Garanhuns no voo de Brasília a São Paulo quando deixou o poste plantado em seu (dele) lugar. O amigo fiel. O mesmo Maranhão que mata crianças em hospitais públicos que deveriam ao menos não cometer homicídios, que usa helicóptero de resgate para o passeio do capo de tutti capi, que escolhe o sucessor do poderoso de plantão sem se importar com o voto dado, que consegue eleger a filha mesmo esta tendo perdido a eleição nas urnas, que é avisado pela Polícia Federal das investigações que tem um dos filhos como chefe de quadrilha, que detém os piores índices de vida do Brasil, agora é notícia mundial com a decapitação de presos e estupro consentido de mulheres de outros. A governadora nada fala. Um silêncio estrondoso. O chefe apodrecido do clã vem a público justificar a selvageria que nas masmorras medievais foi abolida há séculos, informando ao povo maranhense que no paraíso que ele é dono, os bandidos estão livres para matarem, exibirem pedaços de corpos em vídeos na Internet, escolherem mulheres e filhas de outros presos como escravas sexuais, dentro das prisões. A lógica do ser humano mais podre da história recente deste país informa que é preferível a barbárie acontecer entre muros que nas ruas. Até nisto o que se julga superior e é dono de um povo, errou em cheio. Uma menina de 6 anos foi morta com gasolina ateada ao corpo. Sarney em silêncio. Sem provocar reações histéricas ou que se ofendam, cabe uma pergunta aos maranhenses? O que leva um povo a ser enganado por décadas por um encantador de serpentes da pior espécie? Onde o conceito de cidadania? Onde a vergonha que é motivo de descrédito (e horror) de todo um país? O carlismo acabou na Bahia. O malufismo foi enterrado em São Paulo. No Rio, o brizolismo terminou com Brizola. Não se pode culpar eleitores por escolhas mal feitas. Elas acontecem. Mas DEVE-SE claramente responsabilizar a implantação de um regime feudal com a anuência de um povo. O Maranhão parece estar confortável com o que tem. E pior, como e o que tem! Não se trata de UMA eleição. Mas de DÉCADAS onde o Maranhão é exemplo de atraso cultural, político, social e humano. Ser maranhense – fora do Maranhão – é um estado permanente de vergonha e de explicações que a ninguém convence. Ser de um estado que é sempre manchete de roubos, desvios, mortes em hospitais, escolas abandonadas, uso e abuso dos poderosos e agora uma barbárie que não se vê nem mesmo no Iraque, é exclusividade – POR DÉCADAS – do povo do Maranhão. Que venera e idolatra um zumbi que já tem sepultura, mas não tem dignidade para ao menos morrer. Prefere a doentia tentativa da imortalidade usando dinheiro público para construir até mesmo a própria sepultura. Não se trata de defender bandidos ou criminosos. Trata-se de defender a dignidade humana. Conquista histórica de todo o mundo. E ainda não no Sarneyquistão. Práticas medievais – na essência moral – são enaltecidas pelo morto-vivo chefe do bando familiar, como sendo uma conquista da paz que impera na Maranhão. Um lugar seguro onde seres humanos podem ser bestas feras. Talvez anteriormente os recém-nascidos que foram assassinados em hospitais fétidos, na gestão do cunhado ga atual governadora, sigam a mesma lógica: um lugar segura para morrer sem incomodar a população. Pobre Brasil. Por que no fundo, o Maranhão tem – por escolha – o destino que escolheu.

Maria Luz em 07 de janeiro de 2014

Sincronia perfeita! O ser humano não tem limites,basta que se lhe deem as devidas oportunidades.Treino.disciplina, perseverança,aliados à dedicação das orientadoras e do coreógrafo resultaram nessa belíssima apresentação.Se as crianças brasileiras tivessem oportunidades como essa,o País estaria muito melhor.

Dulce Regina em 07 de janeiro de 2014

MA-RA-VI-LHO-SO !!! Que disciplina !

César - Fortaleza em 07 de janeiro de 2014

Sensacional!

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