O caça francês Rafale é o favorito nas apostas sobre qual será o supersônico militar a ser adquirido pelo governo no âmbito do chamado Projeto FX-2, de reequipamento da Força Aérea Brasileira, que prevê uma compra inicial de 24 a 36 aparelhos mas pode chegar, ao longo do tempo, a 120.

Concorrem ainda o sueco Grippen e o americano F-18 Hornet, da Boeing.

Veja no impressionante vídeo abaixo o F-18 quebrando a barreira do som diante de uma multidão numa praia.

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

cinco × quatro =

12 Comentários

Carlos Vendramini em 04 de dezembro de 2010

Interessante mesmo é a tecnologia de propulsão hipersônica sendo testada pelos EUA. Enquanto as atuais tecnlogias de propulsão a jato limitam a velocidade em torno de mach 2.5. A propulsão hipersônica pode elevar esse patamar para mach 4, podendo chegar até mach 6. Muito louco! http://www.youtube.com/watch?v=XV8AfgbGh5M Por falar em superar a barreira do som, também é muito legal o vídeo que contém a quebra do record de velocidade em solo pelo Thrust SSC em outubro de 1997 no deserto de Black Rock em Nevada, USA. O veículo chegou a atingir a velocidade de 1.149 km/h. http://www.youtube.com/watch?v=LKQ-xj5C2m8 Abraços! Impressionante essa perspectiva do hipersônico, caro Carlos. E o outro vídeo é também muito lega. Obrigado por tê-los enviado. Abração

ed em 03 de dezembro de 2010

A Dassault faz otimos avioes. O problema eh a Franca oferecer propina pela compra. Veja as forcas aereas da Africa. www.janes.com O parceiro eh o Teixeira. O cumpadi. O Rafale eh bom. Talvez o melhor pacote. O problema eh o Teixeira. O Boeing eh bom. O problema eh que o governo norte americano vendeu os A6 intruder sem armamentos e nao quer vender como acessorios. O porta avioes Sao Paulo eh um leao desdentado. O grippen eh um prototipo mal enjambrado. O sukhoi um monstro que nao funciona. Desse jeito o Teixeira vai levar. Temos que atrelar a compra da FaB a compra de aeronaves para o Sao Paulo. Para podermos nos defender do Paraguay e da Bolivia. -ironia.

Lilian em 03 de dezembro de 2010

Setti, (...) "Vamos continuar a trabalhar com o Brasil em todos os aspectos da competição até uma comunicação formal sobre a decisão", disse Paulo Guse, diretor de comunicações da Boeing. . Pela proposta da Boeing, o F-18 sairia 40% mais barato que o Rafale. . Contra a oferta, pesa o temor de vetos ao pacote após mudanças na Casa Branca. A França é vista como fornecedor menos instável. (coronel) . (mundoaviacao-planetaaviao)A Construtora Aeronáutica Brasileira Embraer iniciou dia 2 de novembro DE 2010 a construção de uma das duas fábricas em Portugal. . O site da Embraer é "show de bola" http://www.embraer.com/ . A aeronave A-1, ou AM-X como é popularmente conhecida, é um caça-bombardeio-reconhecedor-leve, projetado, desenvolvido e produzido por um consórcio formado entre as empresas: EMBRAER, ALENIA e AERMACCHI, dentro do contexto de um Programa Conjunto entre o Brasil e a Itália. É uma excelente aeronave de ataque e reconhecimento, que por suas características tecnológicas e capacidade operacional, colocou a FAB em posição destacada no cenário militar da América do Sul. Utilizado em Combate pela Itália em 1995 na Bósnia e 1999 na Iugoslávia. Velocidade máxima: 1.160 km/h Velocidade de Cruzeiro: 960 km/h . ( AMX ) Ghibli Italiano (0:09) http://www.youtube.com/watch?v=iWPuDpRHsuI . Abraços!

Antônio Simões em 01 de dezembro de 2010

Desde quando franceses sabem fazer aviões??

Joe em 01 de dezembro de 2010

O que impressiona nisso tudo é a história mal contada, ou não contada. No relatório da FAB constaria que o custo de hora voada no Gripen é de US$ 4 mil (em alguns lugares falam $7mil), no F-18 seria de US$ 10 mil e no Rafale seria de US$ 21 mil, porém a Dassault teria se comprometido a apresentar um custo/hora de US$ 14 mil (como reduzir de 21 para 14 ?). Bem, considerando que dos 36 aviões comprados, cerca de 30 voariam em torno de 200 horas/ano e considerando também os custos mais baixos da hora voada, teríamos o seguinte custo anual: Gripen = US$ 24 milhões; F-18 = US$ 60 milhões e Rafale = US$ 84 milhões, uma diferença de US$ 60 milhões em desfavor do Rafale. Só com a diferença quase daria para comprar um novo Gripen por ano. Falando nisso, os Gripen custariam aproximadamente US$ 4,5 bilhões, enquanto que os Rafale custariam aproximadamente US$ 11 bilhões, já os F-18 custariam em torno no US$ 7,5 bilhões. Com esse preço, só se o Rafale vier equipado com um calendário da Senhora Sarkô.

joselito em 01 de dezembro de 2010

"Vídeo: veja o espetacular caça F-18 quebrar a barreira do som. É um dos que a FAB poderá comprar" Nossa, quanta neutralidade. Para quem quiser outra opinião: (youtube)EMBARGO dos Estados Unidos contra Brasil = EUA não transfere tecnologia ao Brasil http://www.youtube.com/watch?v=GURWeWJsyR8

SergioD em 30 de novembro de 2010

Ricardo, esse vídeo é mesmo impressionante. Garanto que algumas pessoas devem ter ficado surdas por algum tempo, tal a intensidade do estrondo sônico. Quanto a compra dos caças, como projeto, torço para o Grippen NG, devido a capacitação que seu projeto poderia trazer para a indústria nacional, por ser mais barato, ter alcance equivalente ao dos concorrentes e ter a capacidade super-cruzeiro, que significa voar em modo super-sônico se utilizar o pós-queimador, o seja, em modo econômico, o que o faz atingir seu objetivo mais rápido. Interessante que são poucos os caças que tem essa capacidade, um dele o F-22 Raptor, o mais avançado caça em operação no mundo, considerado de quinta-geração. O problema desse avião é contar com muita tecnologia desenvolvida nos EUA, o que poderia no futuro, trazer problemas no quesito transferência de tecnologia. O Rafale também é um belo avião, com garantia de transferência total de tecnologia e acho que é por isso que deverá ser o escolhido, além dos fatos de já ter uma versão naval em operação no Porta Aviões Charles De Gaulle e de hoje haver, em termos de defesa, uma integração maior com a França, haja vista a compra e construção dos futuros submarinos, inclusive o nuclear. Mais uma vez querendo pautar o blogueiro, por que não discutir a Estratégia Nacional de Defesa num próximo post? Um abraço

Carlos Vendramini em 30 de novembro de 2010

Na minha modesta opinião, uma das aeronaves mais confiáveis, robustas e testadas da aviação militar. Creio que o Brasil poderia adquirir algumas unidades F-16 usadas e modernizadas, apenas para operações mais urgentes, e também unidades F-18 para operações avançadas. Além de helicópteros de ataque para patrulha em regiões inóspitas como as fronteiras amazônicas. Além de AWACS para controle do espaço aéreo. Ficam aí inventando moda e acreditando que alguém em sã consciência vá transferir tecnologia sensível numa boa. Só rindo mesmo.

Sergio em 30 de novembro de 2010

ou mai gód, mesmo!!

Ajuricabat Manaus em 30 de novembro de 2010

O calor desenvolvido é tão grande que o ar em volta entra em sublimação instantânea. Daí a razão do estrondo, semelhante ao efeito do raio-trovão.

Silvana Dantas (@silvanadantas) em 30 de novembro de 2010

Tenho fotos do Rafale que tirei em Natal/RN na operação CRUZEX V que aconteceu neste mês de Novembro na Base Aérea de Natal. Tive a oportunidade de ver de perto a aeronave, realmente é um belo avião, e pelo que vi com muitos recursos. Vamos ver se essa compra vai sair do papel.

Newman em 30 de novembro de 2010

Ah, esses Rafales! Espero que não virem a versão Angra I e II dos ares.

VER + COMENTÁRIOS
TWITTER DO SETTI