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Elizabeth Lambert, uma zagueira infernal: de violento puxão de cabelo pra cima

Por Rita de Sousa

Foi-se o tempo em que futebol era coisa de menino.

Foi-se o tempo em que a mulher era o sexo frágil.

E olha que nem estamos falando em sectarismo, sexismo nem nada parecido.

Os amigos leitores vão entender depois de darem uma olhada na atuação da zagueira norte-americana Elizabeth Lambert, do time de futebol feminino do Novo México – note-se que a moçoila, na época com 20 anos, era estudante de Terapia Ocupacional -, em partida contra a equipe da Universidade Brigham Young, do Estado de Utah.

Só para constar: Elizabeth não levou sequer um cartão amarelo durante o jogo, mas foi suspensa do time titular depois que o técnico assistiu ao vídeo da partida. Ela só não pisou no pescoço de adversárias caídas. O resto…

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24 Comentários

João Felipe em 14 de abril de 2013

Q isso fera!? hahaha

Gilrikardo em 05 de outubro de 2012

Essa moça é doente. A cura é colocá-la em meio de time masculino cuja revidada com certeza receberia á altura.

lincoln porto em 04 de outubro de 2012

versão de saias do nosso Beijoca, do Bahia. tá no esporte errado: deveria jogar rugby!

Natal Santana em 03 de outubro de 2012

Júnior Baiano ficaria roxo de vergonha se visse essa zagueira em ação!

Pedro Luiz Moreira Lima em 03 de outubro de 2012

Setti: A notícia do Milton Nascimento - vai ficar apenas aqui isolado? Abraços Pedro Luiz

sidney em 03 de outubro de 2012

Setti Ja passou da hora de mudarem os - SISTEMAS DE ARBITRAGENS - acaba que o pessoal que assiste , ficar sendo enganado o tempo todo e pior ainda em tempo real. Disputas e campeonatos ( internacionais ate )_sao sistematicamente !!!! perdidos por essas e outras ( digamos assim ) ocorrencias/violencias/falta absoluta de esportividade etc etc etc. Nao deixa de ser um exemplo de tudo isso modestamente colocado. Quem sabe um dia desses !!! Baita abraco Ps; Setti , nao importa o qdo se passou o fato neee ; o importante eee e sempre a sua disposicao - INTELIGENTE - de colocar no seu - nao menos inteligente - POST - !!!

Reynaldo-BH em 03 de outubro de 2012

Setti, como sei que você também é cachorreiro e que gosta de bons comerciais (bem, eu som assim) segue um para você curtir aí em BCN. https://www.youtube.com/watch?v=7vQwoywtjTk

Teresinha em 03 de outubro de 2012

É mesmo só agora eu vi! A moça além de não ter compostura de jogadora, não foi nada feminina! Que feio! Espero que tenha trabalhado essa má índole pois já pensou uma Terapia Ocupacional na pancadaria!

Pedro Luiz Moreira Lima em 03 de outubro de 2012

Amigo Setti: Esta reportagem merece ser destaque em seu blogue - acho que nem preciso comentar. Um grande abraço Pedro Luiz PS- não sei se é a pessoa que não gosta.falo do jornalista,se for retira o nome - a entrevista é linda como tudo do Milton. Ditadura ameaçou matar filho de Milton Nascimento Da Folha Milton Nascimento comemora cinco décadas de carreira ELEONORA DE LUCENA A ditadura militar acabou, mas ainda é uma ferida aberta para Milton Nascimento. "Fui proibido de ver o meu filho. Se eu me encontrasse com ele, falavam que iam matá-lo. Fiquei quase 20 anos [sem vê-lo]", conta. "Ninguém entendia. Mas eu não podia falar com ninguém. Eles queriam me maltratar. Se eu falasse com alguém --não sei como ficavam sabendo--, ameaçavam aquela pessoa. Fiquei calado muito tempo. Comecei a beber". Milton faz o desabafo à Serafina em sua casa incrustada num morro na Barra da Tijuca, no Rio. Seu filho, Pablo, nascido há 40 anos, é fruto do relacionamento com a socialite paulistana Káritas. O músico conta que foi ameaçado por Erasmo Dias (1924-2010), então secretário de Segurança de São Paulo. Mas não quer aprofundar o assunto. Acha perigoso, teme represálias. "A situação melhorou. Mas o pessoal [que o ameaçou] ainda está aí, vivo. Prefiro deixar a coisa passar mais um pouco para poder falar sobre tudo", afirma. Milton fala que parou de beber num dia que viu pessoas bonitas e alegres na praia. "Falei: essa coisa não merece que eu me mate. Parei de beber e fiquei três dias na cama. Até que sentei, vi que não estava tremendo nem tonto. No dia seguinte, fui dirigindo para Três Pontas", recorda. A história de Milton durante a ditadura também teve censura e racismo. O seu "Milagre dos Peixes" (de 1973, que contém a música "Pablo") virou um disco quase instrumental depois da tesoura imposta. "Era muito perseguido. Fui chamado várias vezes", diz. Murillo Meirelles Às vésperas de completar 70 anos, Milton Nascimento comemora cinco décadas de carreira Numa delas, agentes do Dops queriam que ele desmentisse uma declaração sobre racismo. Milton tinha visto a filha do músico Paulo Moura ser barrada, por ser negra, em um clube em Copacabana. Protestou e denunciou à imprensa. "Diziam que no Brasil não tinha racismo. Não desmenti porque estava do lado da menina, vi tudo". Ele próprio foi barrado. "Em muitos lugares não me deixavam entrar por ser negro", afirma. Filho de uma empregada doméstica, Milton nasceu no Rio em 26 de outubro de 1942. Sua mãe biológica morreu de tuberculose quando ele tinha menos de dois anos. O pai ele nunca conheceu. Órfão, foi adotado pela filha recém-casada da família da casa onde sua mãe trabalhara. Mudou-se com os novos pais para Três Pontas, Minas. "Minha mãe [adotiva] sofreu muito. Ela casou com um cara e dois meses depois apareceu com um filho negro". Aos quatro anos, recebeu de sua madrinha seu primeiro instrumento: uma sanfona, relíquia que guarda até hoje. Milton estudou contabilidade no segundo grau e desistiu do vestibular para economia. Queria ser músico e astrônomo. "Não tinha faculdade de astronomia em Belo Horizonte. Então continuei só com a música". Mas mantém, até hoje, um telescópio no Rio e outro em Três Pontas. O caminho da música não foi fácil. O final dos anos 1960, em São Paulo, ele lembra como uma época triste. "Não era chamado para nada". É TUDO VERDADE Foi quando teve uma experiência num centro espírita. Relata ter visto uma "entidade" em 1967. "Ela falou que eu não podia ser triste porque muita gente ia precisar de mim. Disse que em tantos dias iria acontecer uma coisa que eu nem iria acreditar. E em tantos dias eu estava no Maracanazinho defendendo 'Travessia'", afirma. Hoje, acredita "em tudo". Além do espiritismo, já teve contato com o candomblé. "Fui criado na religião católica. Era coroinha, um dia briguei com o padre e resolvi não seguir mais o catolicismo", explica. O rompimento precoce não impediu que, mais tarde, ele realizasse a "Missa dos Quilombos" (1982), com dom Pedro Casaldáliga e Pedro Tierra, tratando de escravidão e preconceito. As temáticas la tino-americanas, dos povos indígenas e da ecologia passaram a ser objeto de sua criação. Milton está comemorando 50 anos de carreira e 40 do Clube da Esquina, o movimento mineiro que embalou gerações. Voz da campanha das Diretas ("Menestrel das Alagoas", 1983), fez campanha por Tancredo Neves. Hoje quer distância da política. Mas confia muito em Dilma. Há pouco tempo, localizou numa foto antiga a moça que viria a se tornar presidente. "Ela era muito ligada. A gente se reunia, ia aos bares". E gosta de namorar. Mas está sozinho no momento. "Agora, estou viajando. Mas não posso viver sem namorar. Não posso, nem quero", fala. E encara com naturalidade rumores sobre sua homossexualidade. "Não ligo para isso. Acho que ninguém tem nada a ver com nada". Em 1989, Milton compôs a música "River Phoenix (Carta a um Jovem Ator)" em homenagem ao jovem loiro e bonito que descobriu quando via filmes na TV em um hotel em Nova York em 1988. Tornaram-se amigos e trabalharam juntos no álbum "Txai" (1990). River veio ao Brasil em 1992, um ano antes de sua morte. Neste ano, Milton já escreveu sete letras (uma delas em homenagem a Portinari). Em 2013, sai um novo CD. E ainda esse ano, um DVD. Continua com o pé na estrada. É fazendo shows que ganha dinheiro. "Gosto de viajar." Os namoros ficam para depois. Às vésperas de completar 70 anos, Milton Nascimento comemora cinco décadas de carreira

Paulão em 03 de outubro de 2012

Caraca!?!? Isso é muita testosterona no organismo. Essa daí é "macho paca"!

Márcia Maria em 03 de outubro de 2012

Seu Setti, estilo Dilma.

Reynaldo-BH em 03 de outubro de 2012

Bom dia, amigo Setti! Por aqui um sol que ajuda a fazer um dia melhor! Segue um vídeo bem interessante. Sobre um tema quase que recorrente neste espaço. Agradeço a Eidia que me enviou. Vale a pena compartilhar com vocês! Abraços. https://www.youtube.com/watch?v=Ei6_gt8YCPE Sensacional, Reynaldo, amigo. Vou publicar! Abração

Anderson em 03 de outubro de 2012

MODERADOR DA VEJA, Segurando comentários??? E a interatividade com o leitor? Feio, não? O comentário de Tuco, chamando a jogadora de gostosa, feito depois de mim, já saiu e o meu nada. Estou de olho Rita de Sousa. Você não acharia tão feio se soubesse que uma pessoa da minha família sofreu uma cirurgia de grande porte e que e passei horas e horas em sua companhia no hospital. Gosto de moderar pessoalmente os comentários. Não é "VEJA" quem modera os comentários, sou eu. E não fique de olho na Rita de Sousa, não. Ela é ótima pessoa e só me ajuda. Modera comentários nos poucos momentos em que não posso fazê-lo. Este é praticamente um blog de uma pessoa só. Não há uma equipe inteira me assistindo, além da Rita. Então vez por outra ocorrem percalços que conduzem a atrasos na liberação dos comentários. Calma, calma, Anderson...

Míriam Martinho em 03 de outubro de 2012

Caramba..rsss A brucutu aí está no esporte errado, não? Deveria estar no MMA. E não existem juízas no futebol feminino? Vergonha alheia!

payxao em 03 de outubro de 2012

Essa é a noiva do Pepe, o portugues do Real Madrid! Treinam juntos.

Nathaniel em 03 de outubro de 2012

. Como pode continuar sem ninguém fazer nada??? . Deveria ser suspensa de alguns jogos pra ficar claro que não se compactua com atitudes como essa. . A liga feminina deveria agir... .

Jorge Roriz em 03 de outubro de 2012

O lugar dela é na cadeia. É uma criminosa. E faz de forma "discreta" quem nem ao menos recebe um cartão amarelo. Já não se faz ídolos como antigamente. A agressora nunca foi atleta.

theo em 03 de outubro de 2012

Ela trabalha para piorar o futebol feminino que está desprestigiado.

Ai meus zidanes em 03 de outubro de 2012

No fundo ela e um doce, a meiguice em pessoa. Só faz essas coisas para qe Materazzi se roa de inveja.

Tuco em 02 de outubro de 2012

. Gostosa a menina,hein? .

Erick Casado em 02 de outubro de 2012

Minha nossa! Isso aconteceu a mais de 2 anos! Só agora vocês estão publicando?!?!?! Hahaha ridículo! Ué, ridículo por quê? E daí que aconteceu há 2 ou 10 anos? Não é um vídeo curioso? Não percebe que há um monte de leitores que não o tinham visto? Deixe de ser chato e mal-humorado, Erick.

J.B.CRUZ em 02 de outubro de 2012

Índole má !! Pessoas desse tipo, sentem prazer com o sofrimento dos outros...

Anderson em 02 de outubro de 2012

Lembrei!!!! Isso é de 2009. Olhem no youtube. Falta de pauta, Veja? Deixe a revista fora dessa, Anderson. E daí que é de 2009? Um monte de leitores curtiu. Não seja desmancha-prazeres.

Anderson em 02 de outubro de 2012

Isso é antigo, não? Tenho quase certeza que essas imagens são antigas. Que Déjà vu estranho. auahuahuah Você já escreveu isso, Anderson. Deixe de ser chato.

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