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Entrevista concedida ao programa “Imprensa na TV” em 1991

Em 9 de abril de 1991, quando eu ocupava o cargo de editor-chefe no Estadão, fui um dos entrevistados do programa “Imprensa na TV”, apresentado por Marco Antonio Rocha e exibido pela Record. Os outros eram o publicitário dinamarquês Jens Olsen, da agência McCann-Erickson, Luiz Crisóstomo, marqueteiro de governos do PMDB, e Rick Turner, correspondente do jornal britânico The Independent.

Entre os assuntos abordados esteve minha decisão de permanecer no jornal paulistano, para o qual fora contratado no ano anterior, apesar de ter recebido, na época, ótima proposta para assumir o Jornal do Brasil no Rio de Janeiro. Expliquei que, além das razões pessoais para não mudar de cidade, meu entusiasmo com o trabalho que vinha realizando com Augusto Nunes no Estadão era fundamental.

Respondi sobre um tema muito em voga naquele momento, a concorrência do jornal da família Mesquita com a Folha de S. Paulo. “Nós somos obrigados a reagir a certas coisas”, disse. “Eu tenho respeito por alguns dos fundamentos do projeto Folha: a preocupação com a informação, com o rigor, a organização… ao meu ver exageradas, e um pouco distorcidas, mas acho isso importante. Mas tenho a impressão que a Folha extrapolou um pouco na concorrência, sobretudo na propaganda, em que trato o Estado de forma muito depreciativa e muito injusta”.

Assista à íntegra do programa aqui.

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