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TVEJA: A crise se agrava, a popularidade desaba — mas Dilma permanece catatônica, eu comento com Joice Hasselmann

Neste “Aqui entre Nós” da TVEJA, comento com Joice Hasselmann: nem o então presidente Fernando Collor (1990-1992) chegou a um ponto tão baixo de aprovação quanto a presidente Dilma, mesmo nos abismos mais profundos de impopularidade que alcançou às vésperas de sofrer o impeachment pelo Congresso e ser deletado do Palácio do Planalto.

(Tecnicamente, ele renunciou antes de ser deposto pelo Senado, mas mesmo assim a Casa, transformada segundo a Constituição em julgadora, suspendeu-lhe por oito anos os direitos políticos.)

Em todas as faixas de renda, de idade e de escolaridade, em todas as regiões do país, inclusive nos grotões do Nordeste, onde o PT vem sendo o dono do voto há vários anos, a presidente vive uma situação péssima.

No entanto, nada muda no governo lulopetista– não vem, do Palácio, nenhum gesto grandioso, nenhuma mudança real ou mesmo simbólica de peso, só conversa fiada que não convence a ninguém.

Hostilizada pelo PMDB, a presidente sequer convoca o vice Michel Temer, figura de proa do partido, para seu círculo mais próximo de assessores. Seu negociador-chefe, o chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante, é notoriamente antipatizado no Congresso desde seus tempos de senador.

A presidente está parada, imóvel, catatônica.

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