Depois dos episódios do Rio, você acha que as Forças Armadas devem entrar no combate ao crime?

Detalhe da mão de um  policial militar sangrando durante a invasão da favela da Grota, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro (Foto: Robson Fernadjes/AE)

Amigos, do blog, os acontecimentos do Rio, que mantiveram o país em suspenso por vários dias,mostraram como as Forças Armadas podem atuar no combate ao crime, e por isso queremos que você responda à enquete na coluna da direita.

A ação do Exército, da Marinha e da Força Aérea Brasileira foi fundamental para o sucesso da tomada do chamado Complexo do Alemão, há décadas território livre para a bandidagem e opressor para dezenas de milhares de moradores honestos. Mas — veja bem — essas Forças agiram em apoio às polícias Civil, Militar e Florestal do Rio e das polícias Federal e Rodoviária Federal.

A atuação das Forças Armadas na “garantia da lei e da ordem”, atualmente, só pode se dar nas condições do artigo 142 da Constituição, que diz:

“Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

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Nenhum comentário

  • Ronaldo

    Eles deveriam atuar da mesma forma que atuam no Haiti. Se lá eles são força de paz, porque não aqui?

  • Sergio

    Caro Ricardo,

    As forças armadas tem uma missão claramente estabelecida pela constituição. Cabe lembrar que o treinamento e os equipamentos usados pelas forças armadas não são os mais adequados para o combate ao crime.

  • Mario Sergio

    “Não, só como prevê a Constituição, a pedidos dos governadores, como apoio à polícia.”

  • Laís Bessa

    As forças armadas, a polícia militar e a polícia civil já estão atrasadas no combate ao narcotráfico. É a primeira vez que vemos uma real vontade do Estado de resolver o problema, não importa quais sejam suas reais intenções (se combater o crime ou se defender interesses do setor imobiliário, conforme li hoje), desde que a população, os inocentes, tenham paz.
    Se os governantes e o setor imobiliário só pensam no lucro que dará uma operação dessas, só se pode lamentar muito (por eles). O mais importante é salvar a vida daqueles que trabalham honestamente mesmo que vivendo cotidianamente o horror do crime às suas portas.
    Sou paulista, minha filha é bahiana,e só posso sentir uma dor profunda pelos cariocas que enfrentam essa loucura do medo todos os dias, sem saber se estarão vivos no dia seguinte.

  • gaúcha indignada

    As forças armadas tem que cobater o crime, atuando fortemente nas fronteiras, COMBATENDO O INGRESSO DE ARMAS E DROGAS!! Não adiante, depois do “leite derramado” como agora, na guerra do estado do RJ. Mas, infelizmente, nossas fronteiras estão ABERTAS nestes últimos 8 anos para os fraternos amigos do nosso presidente(FARCS, HUGO CHAVEZ, etc…)

  • Julio Haus

    Enquanto o serviço militar for obrigatório é, no mínimo, falta de bom senso expor jovens soldados à ações ostensivas de policiamento. Já integrados na força, havendo batalhões de “voluntários” para este tipo de ação, com treinamento e equipamentos adequados pode ser um bom reforço.

  • Setti,
    acredito que a melhor opção seria o de apoio à Polícia Federal no patrulhamento de fronteiras, a fim de impedir o abastecimento de drogas e de armas aos traficantes. No entanto, como a ação no Rio se transformou numa guerra ao terror, nada melhor que usar uma máquina de guerra.

  • Mirian

    Acho que só devem entrar como prevê a constituição. A pedido do governador e como apoio.
    O Brasil tem 16.000 km de fronteiras secas, terra de ninguém. O tráfico e o contrabando de armas devem ser combatidos em suas origens.

  • salvador

    RICARDO,estamos enfrentando uma guerrilha urbana, se não tivermos apoio das forças armadas,estaremos na maõ do capeta.Poisa policia carioca salvo alguns fazem parte das facções. ABRASSÂO

  • Frederico Hochreiter/BH

    Nadando contra a corrente, não em hipótese alguma a não ser na contenção de motins, revoltas civis, levantes e afins. Mesmo assim, com prévio exame do legislativo, do supremo, sei lá quem. Para contenção de coisas como essas no Rio temos o nosso Exército de Brancaleone, não? Refiro-me à tal Força Nacional tão alardeada e que ninguém jamais viu.E, falando nisso Setti, alguém já comentou a coincidência dessa explosão logo depois das eleições, quando as promessas e louvações já podem ser mandadas às favas?

  • Tito

    Prezado Ricardo,
    Coloquei o comentário abaixo no Blog do Reinaldo e acho que ele serve aqui também:

    Forças Armadas para GLO, ok, funciona.
    Mas para funcionar, só decretando Estado de Defesa limitado às áreas em conflito, e isso, nenhum governo tem coragem de fazer. O preço político pelos efeitos colaterais (e haverá) é muito grande. Exército, quando empregado,e por sua característica e treinamento, entra para destruir e não para prender.
    Fora isso, é mais uma decisão política “usando” as FFAA que nada poderão ou irão resolver.
    Digo isto com conhecimento de causa, pois sou militar participei de várias operações de GLO no Rio desde 1992, como executor e, depois, como planejador de defesa integrada.
    Coloca-se o soldado na rua (para dar uma resposta política) sem uma regra de engajamento clara, ninguém assume nada, e o coitado fica sem saber o que fazer e acaba metendo os pés pelas mãos. E depois fica sozinho a sua própria sorte.
    As polícias ainda têm condição de resolver. Basta que o governo queira, assuma os riscos e dê apoio político.
    Essa é a dura realidade.

    Não adianta usar o Exército como papagaio de pirata, como está ocorrendo.
    Ah,GLO e a sigla usada nas FFAA para Garantia da Lei e da Ordem.

  • Paulo Bento Bandarra

    Os nossos jovens estão mal e mal preparadados para fazer ordem unida e capinar paralelepípedo dentro dos quartéis. Não são treinados e nem têm maturidade para uma missão na linha de frente neste tipo de conflito. Imagino o meu filho numa fria destas, que se não for morto ou ferido, pode num erro matar alguém por despreparo e ainda ter a vida arruinada por um processo e condenação por uma coisa que ele não era destinado e nem preparado! E olhe que PMs treinados atiraram no juiz, imagina estas crianças?

  • Humberto

    Sim,
    Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem
    Quer exemplo mais claro de manter a lei e a ordem do que esse?

  • Lógico que as forças armadas já deveriam há anos estar atuando no Rio de Janeiro.

  • Da_Bahia

    A rigor, a rigor, as forças armadas são para proteger a nação do inimigo externo. Quem combate o interno é a polícia. Assim foi o constituído o Estado moderno. Mas, no país do Lulla, isso pouco importa, né?

  • andreia costa

    se as forças armadas já estivesem no rio a anos muitas trgédias não ocorreriam

  • andreia costa

    o q esta ocorrendo no rio seria evitado se as forças armadas estivessem se posicionados a anos

  • Lilian

    Setti,
    Na minha opinião obedecer a Constituição Federal.
    Abraços!

    CAPÍTULO II
    DAS FORÇAS ARMADAS

    Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

  • MARCO ANTONIO

    Forças Armadas, onde? Como diz o governador dos gaúchos, as forças armadas atuam apenas em guerra, são preparadas para guerra, isso significa guerra entre paises, e como no Brasil a guerra é entre a população e os narcotraficantes, portanto da mesma etnia usar as forças armadas para esse probleminha não está amparado na constituição. Acabou as eleições, acabou os acordos, acabou a trégua agora que todos conseguiram o que precisavam tudo volta ao normal, tiros, mortes, sequestros, vandalismo, desrespeitos as leis, etc… Esse é o país que infelizmente vai ficar para meus filhos, netos, etc… Sonhava com um governo sério, mas a maioria da população caiu na conversa do todo poderoso LULA faz de conta e vamos ter que pagar essa conta. Onde estão as POLICIAS PACIFICADORAS que a candidata eleita cantou em verso e prosa enganando a população, onde estão os controles sobre os traficantes que foi a sua plataforma juntamente com o governo LULA. Muita gente tem que morrer para que esses politicos de MERDA façam alguma coisa para proteger a população que votou nesses SANGUESSUGAS. Essa turma do PT ficou OITO anos somente criticando governos anteriores e o que fizeram? NADA. Apenas uma cortina de fumaça próximo as eleições, esse politicos deveriam ser o alvo dos delinquentes, esse politicos deveriam estar combatendo os narcotraficantes, mas não, os civis é que devem morres, vejo, ouço e leio notícias de INOCENTES morrendo por bala perdida. Lembro do filme ATIRADOR que foi traido e acabou com a raça de muitos politicos e o que dizer de TROPA DE ELITE II. Um dias essas mordomias politicas vão acabar, um dia…

  • Edieni

    Sou a favor, pois nada do que foi tentado deu certo.
    Mas, a manutenção da paz só será possível se houver um projeto sério de combate a pobreza, o que a atual política do país e daquele estado não parece ter interesse.

  • Perola Soares Zambrana

    Cabe às Forças Armadas garantir a lei e a ordem.Deveriam há muito tempo ter sido empregadas no Rio para acabar com o domínio da bandidagem nos morros.No Brasil tudo é difícil de resolver porque ninguém quer ser responsável por nada.Ninguém tem coragem de tomar uma decisão.Poucos políticos tem senso de autoridade,ficam empurrando as decisões uns para os outros ad eternum.A situação dos morros do Rio não teria chegado ao que chegou se muito antes alguém já tivesse tido a coragem de botar o exército nas ruas.Dizer que eles não estão preparados não convence,pois esse mesmo exército está fazendo esse mesmo trabalho nas ruas do Haiti.Se não há inimigo externo e não se pode usá-lo nos problemas internos,afinal para que serve o exército?

  • Gilmar

    Nos termos da Constituição, sim. Ainda assim como apoio logístico.
    Porém urge a necessidade de estabelecer a tal Força Nacional de fato. Não a de fantasia que o governo atual tanto alardeou.

  • Tito

    Perola,
    Você tocou em um assunto interessante. Se pode fazer no Haiti, pode fazer no Rio.
    Bem, o problema é que, na realidade, também não poderia estar fazendo no Haiti. Faz por política, da mesma forma que está fazendo no Rio neste momento.
    E ainda tem uma diferença gritante. No Haiti tem Lei Marcial, aqui não tem Estado de Defesa.
    Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

  • alexandre fernandes

    votei não porque se a constituição proíbe, tem que ser respeitada. mas apoiaria uma mudança na constituição para permitir uma participação das forças armadas. acho que o narcotráfico é um dos grandes problemas mundiais, que afetam a ordem de um país. não temos inimigos externos. não vejo problema nenhum nas forças armadas ajudarem contra o narcotráfico.

  • bereta

    E quem garante que a Constituição esteja absolutamente certa? Foi elaborada por homens e homens erram. Lembro-me da observação do Sarney, quando se sua promulgação:- “Com esta constituição o país se tornará ingovernável”. Inseriram tantos direitos, mas tantos direitos, sempre com medo de que os militares voltassem ao poder, que ao povo só faltou levá-lo para o céu. Um homem solitário tem um comportamento. Homens aglomerados tendem a se comportar de forma diferente. Por e para isso existem os estudiosos da psicologia de massas. A lei e a ordem foram quebradas, indiscutivelmente. Mas vem de longe essa quebra, não apenas da ordem como do decoro, da ética. Então, exigir que bandidos tenham outro comportamento que não seja pelo uso da força, torna-se difícil. Num momento crucial, é preciso sim, que alguém tome uma atitude. A atitude tomada deve ter sido do agrado daqueles que sempre estiveram prejudicados. Se não, como explicar tantos telefonemas de denúncia? Pessoas em trabalho de afogamento não escolhem a cor da bóia ou da corda que se lhes arremessaram. Agarram-se a elas querendo viver. Claro que numa situação dessas sempre poderá haver algum inocente pagando pelos pecadores, mas é da vida que alguém pague. Que seus nomes sejam lembrados como o soldado que tombou em combate por uma boa causa. Agora, que haja seriedade e não demagogia após a pacificação, expulsão e parcial recuperação da vida regular daqueles favelados. Natureza não aceita vácuo. Haverá muitos malandros esperando para disputar as novas vagas com novos métodos mais sofisticados que o porte de armamento pesado. Que o serviço de inteligência que é pago com nosso dinheiro trabalhe e iniba essa ressurreição do mal.

  • Reynaldo-BH

    Setti, se há algo que respeito, é o Estado de Direito. Vivi o apagão do mesmo, com conseqüências pessoais. Por isso – lá vou eu tomar porrada! – sou contra a lei da “Ficha Limpa”. Não pela causa em si, necessária e urgente. Mas pela subversão do princípio básico da cidadania, qual seja: “não há crime sem lei anterior que a defina nem pena sem prévia cominação legal”! Idem, à aberração da quebra de sigilo – sem interferência do Judiciário – pela Receita Federal. Mas, constitucionalistas de respeito no Brasil entendem que a “garantia da lei e da ordem” dá a legitimidade jurídica para o uso das FFAA em ações a princípio afeitas às forças de segurança estaduais, ou seja, federativas.
    O próprio resultado da ação no RJ demonstrou que a intervenção das FFAA era necessária. Nenhum preceito federativo foi violado ou qualquer quebra de ordem constitucional se verificou. Não uso o argumento falacioso de defender uma ação em nome de outras, autorizadas pelo STF (mesmo que duvidosas) que me parecem claramente ainda mais inconstitucionais. Como as citadas aqui. Neste caso, existem instrumentos legais que foram usados. Por fim lembro que as Polícias Militares eram “forças auxiliares” do Exercito na ditadura. E pagaram alto preço por isto. Na redemocratização do Brasil foram relegadas por governos democráticos, nos estados, a um segundo plano. Eram resquícios da ditadura, agora sob comando dos novos (e legítimos) governadores. Exemplo? Brizola, no RJ que sucateou a PMRJ em nome deste passado de “força auxiliar da ditadura”. Foram necessárias ANOS para este estigma desaparecer e as PM´s estaduais adquirirem o status de força de segurança pública. No ordenamento jurídico que regula o poder de polícia estatal, as PM’s fazem o policiamento PREVENTIVO e a Judiciária (Civil) o investigativo. Não precisamos ser experts para entender que a PREVENÇÃO tem falhado em TODO o Brasil.
    Há legalidade? Sim. Há eficácia? Idem.
    Apoio o emprego das FFAA. Existe um perigo à lei e a ordem, seja por traficantes ou milícias.
    Não pode – nem deve – ser eternizado. É pontual. E assim parece ser. ABRAÇOS.
    PS: já votei na enquete!

  • Karla

    Qual o papel das Forças Armadas em tempo de paz?
    Qual o papel das Forças Armadas em um país sangrando de desigualdades e injustiça?
    Os comandos constitucionais não devem ser simplesmente cumpridos, mas inteligentemente aplicados.
    Evidentemente que, sob condições de normalidade, apenas e tão somente as polícias civil e militar deveriam ser mobilizadas e acionadas para fazerem cumprir a ordem e garantir a segurança pública.
    No entanto, olhar o país – sobretudo em “cidades partidas” como o Rio de Janeiro – e não ver que as polícias civil e militar, combinadas, são ineficazes no combate à criminalidade, é ensaiar a cegueira generalizada.
    A operação no Rio desencadeada com o apoio logístico da Marinha é um exemplo de sinergia absolutamente necessária para dar conta da escassez de recursos humanos e elementos materiais capazes de confrontar a delinquência organizada ou não.
    A despeito do clima emocional patrocinado pela mídia grande em torno dos “capitães Nascimento” e os “Eliot Ness”, se uma pesquisa nacional e regional fosse feita pelo DATAFOLHA, o apoio da sociedade como um todo ficaria na casa dos 90% ao indispensável apoio logístico das Forças Armadas no combate ao crime no Rio de Janeiro.

  • araujo

    Deviam intervir no comando do estado, e entregar o governo a alguém de pulso, para extirpar este câncer. Vala neles!

  • ORF

    Ricardo, minha resposta e um sonoro NAO!!

  • “Defesa da pátria” justifica qualquer utilização no comabte ao crime, principalmente neste país onde os bandidos mantêm um poder paralelo sobre territórios da união.

  • Rosa Maria Pacini

    Setti, não tenho conhecimentos suficientes sobre as Forças Armadas e/ou a Segurança Nacional, mas tenho sensibilidade e esta me diz que o momento que o país está vivendo é extremamente grave, pois o que acontece no Rio de Janeiro afeta a todos nós, o povo brasileiro. Votei pelo sim, pois creio que o Estado Brasileiro deve intervir, através das Forças Armadas, quando os poderes locais – governo prefeituras e instituições estaduais -, perdem o controle da situação, por incompetência, acomodação, conivência, corrupção, etc.
    Creio ser obrigação do Estado Nacional zelar pelos cidadãos em primeiro lugar, depois por territórios, etc, etc., portanto, se há um contingente de recursos humanos e armamentícios ocioso, enquanto há uma verdadeira guerrilha urbana em andamento, não vejo porque não deslocar tal contingente para ajudar a controlar a situação. Tanto essa ociosidade é verdadeira que, pelo que eu li, a Marinha atendeu prontamente à solicitação – se bem que só foi seguida pelas demais armas após ter tornado públicas as não adesões das mesmas até então. Seja como for, não é admissível que o Estado deixe a população a mercê do crime organizado sendo que é esta com seu trabalho, e com os impostos que paga, quem sustenta todas as autoridades e instituições públicas do país.

  • Chico Lima

    Setti.
    Ainda que possa ser inconstitucional, eu apóio o envolvimento das Forças Armadas neste episódio do Rio, pois, acredito que se trata da recuperação de território nacional perdido para criminosos. Além disso, o poder de fogo dos criminosos está muito acima do aparato da nossa polícia “comum”.
    Porém, ressalto que Cabral tem demonstrado sua face populista neste episódio e isso é sempre ruim quando falamos de política.
    Se é apenas mais uma peça teatral de um político calculista ou se é uma atitude firme e séria contra o crime, somente o tempo poderá dizer. Por enquanto, eu ainda acho que é só um teatrinho. Sinceramente, não consigo acreditar em uma só palavra de Sérgio Cabral.
    Abração me amigo!

    Caro Chico, bom ver você de volta. Veja bem, a atual ação das Forças Armadas no Rio não é inconstitucional, porque a) elas estão ali a pedido do governador do Estado e b) porque elas estão apoiando a ação das polícias Civil, Militar e Federal.

    Quanto ao Sérgio Cabral, se ele realizar progressos reais numa cidade grandemente contaminada pelo crime há décadas e agir com seriedade e persistência, tem grande futuro político pela frente.

    Abraço

  • Silvio

    Quando a situação não pode ser resolvida pela segurança local, faz-se necessário a presença das forças armada para impor a ordem.Por outro lado, esta ação revela a incompetência da segurança pública do Estado ( no caso RJ),que tem se mostrado frágil no combate ao tráfico de drogas e armas.As UPPs, instaladas sem combater e prender os marginais,eram um conto de fadas.A realidade mostra que a segurança só vem com os bandidos na cadeia e com a destruição de seus sistemas de distribuição.Agora, há um elo da criminalidade, e para mim o maior responsável pela existência do tráfico, representado pelos consumidores, que até agora não foi envolvido nessa celeuma.Enquanto houver demanda haverá o tráfico,cabe mudarmos a lei e começarmos a criminalizar os consumidores,deixando ,por hipocrisia social, de tratá-los como doentes,excluídos e coitadinhos que precisam de ajuda.Precisamos começar a prendê-los, para que os mesmos comecem a avaliar o risco de entrar para o mundo das drogas.Quantos policiais e inocentes irão morrer em um provável confronto no Alemão?Os usuários de drogas não são responsáveis por essa tragédia?

    Caro Silvio, temos uma situação hipócrita em que muita gente que se veste de branco e pede “paz” em passeatas compra e consome drogas que alimentam o crime. O mesmo se dá, lembremo-nos, com os produtos piratas. O coitado que vende DVDs piratas na calçada é apenas o último elo de uma cadeia que tem, no alto, os chefões do crime organizado.

    Abraço

  • gaúcha indignada

    As forças armadas devem seu usadas na forma da Constituição. Mas antes, os governantes devem acabar com a corrupção na polícia, pagar salário digno para os policiais, enfim, reinventar o sistema de segurança pública, que no Brasil, não existe.

  • Luciana

    Setti, foi e está sendo muito importante a participação das forças armadas, na realidade nós vimos uma unificação, a união e a mobilização de todas as polícias para por fim a esta guerra de poder destes traficantes, que se achavam intocáveis e tornavam não só os moradores da comunidade mas toda a sociedade refém de suas barbaridades.Eu particulamente parabenizo a todos pois vimos agilidades, organização, prisões e apreesões sem vilência, sem derramamento de sangue.

  • anselmo

    Certamente que sim, porem é necessário que a população estaja verdadeiramente do lado dos militares, pois recentemente o exercito estava fazendo um belkissimo trabalho e a midia em seu ufanismo de querer ser o dono da verdade passou meses tocando num assunto corriqueiro ate que o exercito fosse chamada, estamos a pouco tempo para realização da copa mundial e o Ria continua uma cidade extremamente perigosa. Deve-se tambem investigar os advogados que militam para esses grupos, pois são eles os meninos de recados.

  • anselmo

    Outra questão que deve ser debatida com urgencia pela população, congresso nacional e o grande poder a MIDIA é a lei sobre o menor infrator, hoje nós vemos em todo Brasil que atras de um crime, latrocinio sempre tem um menor que na maioria das vezes assume o crime, resultado ao completar 18 anos sua pena é comutada e ele não se insere na sociedade, torna-se um bamndido de carteirinha reincidente. Porque uma lei que defende marginal? Nos EUA e Inglaterra menor infrator e marginal, portanto deve cumprir pena como um adulto. Isso a população deve trabalhar com urgencia.

  • Neneca

    SEM DUVIDA ALGUMA!!! PARABENS PELA AÇÃO DE ONTEM, JA DISSE AQUI…TACO DE MILICO É A MELHOR COISA QUE EXISTE!!!!HEHEHEHEHEEH

  • ivano

    Diante da dimensão que tomou o tráfico de armas e drogas, só as Forças Armadas unida e que possuem equipamentos de guerra, como a que vivemos, poderão rechaçar o crescimento desse monstro que demorou a ser atacado. Por outro lado, de nada adiantará essa operação se não houver um controle e vigilância pelas forças armadas de nossas fronteiras, de nossos aeroportos e portos, vamos combater a origem e não somente seus efeitos. A melhoria da segurança pública depende disso, de açoes diuturnas e perenes, é dever do Estado proteger seus cidadãos, não importa a constituicionalidade ou não, se a polícia comum não deu conta, cabe ao Exército, Marinha e Aeronáutica assumirem o dever. Aliás, estava mais que na hora atacar esse monstro que cresceu décadas com a cumplicidade de certas autoridades.

  • bia

    Com certeza…isso é caso de segurança nacional!!!

  • lica

    a situação é de guerra civil, desta forma, justifica-se o uso das forças armadas.

  • Ronaldo

    Concordo como Sílvio, que me precedeu nos comentários. Intervenção das Forças Armadas sempre que necessário e cadeia e assistência para os viciados, conforme o caso.

  • Antonio Alexandre Cicconi

    Com toda certeza, afinal de contas são Forças Armadas, e contra bandidos fortemente armados somente assim. Alias não só no Rio de Janeiro como em qualquer outro estado da Nação, até mesmo porque a criminalidade está em toda parte.

  • Abel Lima Rivero

    Sim! E, se possível, atuar em todo o país, em todos os níveis em todos os estratos. Ia faltar cadeia!!!!

  • Alfredo

    Nesse momento o importante é o resultado das ações, se a policia vai ter ajuda das forças armadas não importa, desde que resolva o problema de uma vez ou se inicie a solução.

  • Infelizmente o crime se instalou de uma forma assustadora no Rio de Janeiro, e ao meu ver essa é a única maneira de pará-lo. Aconteceram algumas casualidades, porém isso é inevitável. Avante, eu acredito na paz!

  • Andréa

    Eu estou surpresa com a ação da policia nesta guerra,pois a muito tempo a população do Rio tinha perdido o respeito pelas autoridades.Pois só se via falar mal dos policias.Agora eles estão mostrando que são herois e que DEUS possa dar forças a cada um deles para vencerem está guerra.
    So espero que as forças armadas continuem nesta guerra tanbém pois o povo brasilheiro já está cansado de promessas que não são cumpridas e de serem prisioneiros da bandidagem.Fiquem com DEUS

  • MARCOS MATIAS

    Não se pode “constitucionalizar” agora uma questão que é de de PRESERVAÇÃO DO ESTADO DE DIREITO, que é CONSTITUCIONAL! As FAA devem sim combater o crime organizado, sim.à luz do Direito, o próprio artigo 142 diz que as Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica…destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. Vejamos a integra: “Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.” COMBATER O CRIME PARA PRESERVAR A PÁTRIA REPRESENTADA PELO POVO E´CONSTITUCIONAL, SIM.

  • SergioD

    Ricardo, as Forças Armadas não devem se envolver em ações de policiamento e combate à criminalidade,principalmente quando o estado conta com uma Força Policial plenamente treinada para atuar nesse tipo de situação conflituosa, como é o caso das Polícias Militares de Rio e São Paulo, dando apenas apoio logístico.
    A não ser nas áreas em que somente elas podem atuar, como na defesa do mar territorial contra o contrabando, e do espaço aéreo contra os contrabandistas e traficantes (era ridícula a situação em que os aviões da FAB obrigavam aeronaves supeistas a pousar e os seus oficiais terem de ficar aguardando a Polícia Federal para autuar e prender os “meliantes aéreos”).
    Muitas pessoas estão questionando a atuação das Forças Armadas no Rio com base nesse artigo da Cosntituição, mas o que esse Forças fizeram ontem podem se inserir na manutenção da lei e da ordem, principalmente com a atuação de dar apoio logístico às forças policiais.

    Um abraço

  • Gabriel Petribú

    Independentemente de externos ou internos, acredito que as Forças Armadas devam combater todo e qualquer inimigo do Estado de Direito.
    Há muito tempo que não se trata de criminalidade urbana; são terroristas, e como tal, só com o uso da força militar.
    Espero, contudo, que o Estado assuma todos os seus deveres junto àquela população.

  • Sergio Santos

    O que vai acontecer no Rio após esta ação.
    Não sou economista mas faço algumas considerações como leigo.
    Se houver uma repressão eficaz ao tráfico o preço da droga vai aumentar, o que estimularia novas forma de comércio do produto.
    A mão de obra que hoje trabalha com o tráfico vai migrar para outras formas de criminalidade como roubo a bancos, furto de carros e sequestros.
    Diante disso o que fazer? Continuar o combate ao crime até chegar ao profissional de classe média que compra seu CD pirata, o homem “honesto” que procura uma peça do seu carro em um desmanche ou a dona de casa que dá dinheiro para seu filho comprar droga.
    Solução:
    1-Investimento em educação, porque a educação estimula a cidadania;
    2- Investimento em educação, porque educação aumenta a qualificação da mão de obra, o que vai diminuir a oferta de trabalhadores para o tráfico;
    3- Vergonha na cara desta sociedade hipocrita que assite a cada final de semana a uma chacina provocada por jovens de classe média alta que dirigem seus carros de uma forma irresponsavel, com o apoio ou omissão dos seus pais.
    Não conheço profundamente outros paises, mas acho a nossa sociedade extremamente hipocrita. Os corruptos são os politicos (Eleitos por nós), os criminosos são os traficantes (Que vendem para nós) e os culpados são os brasileiros ( Que neste caso nunca somos nós)

  • Barba

    Talvez, devido ao contingente, a Polícia Militar não dê conta de permanecer nas áreas de maior turbulências e conflitos, por isso, a sugestão seria o exército montar bases operacionais permanentes nestas localidades, em apoio às UPPs. Já seria um início de tomada de solução séria e corajosa…!

  • Murilo Andrade

    Acredito que as forças armadas não devem ser usadas para substituir as funções das forças policiais nas cidades brasileiras, pois essa não é sua função. Elas podem atuar fornecendo apoio as forças de segurança pública, como aconteceu no Rio de Janeiro, onde os militares da marinha e da aeronáutica forneceram transporte seguro e apoio aéreo aos policiais e o exército deu cobertura ao avanço da polícia no complexo do alemão. Mas entregar o enfrentamento direto dos traficantes as forças armadas é muito complicado, pois são poucos os militares que possuem experiência nesse tipo de missão (os ex-participantes de missões de paz da ONU)e isso só pode acontecer com a cessão do comando aos oficiais das forças armadas (pois hierarquicamente a PM é uma força auxiliar do Exército), gerando a perda de autonomia dos estados assegurada na nossa Constituição. E só mais uma coisa, nós, os brasileiros, precisamos aprender a respeitar nossa Carta Constitucional, pois ele é, ou deveria ser, o farol que direciona nossas decisões em todos os âmbitos da sociedade, principalmente no fortalecimento de nossas instituições. Os EUA por exemplo, podem ter muitos problemas, mas lá a constituição é sagrada, em todos os sentidos possíveis dessa palavra.

  • GUERRA CIVIL

    Não estamos mais com problemas de segurança pública. O Rio ingressou, há muito, numa desobediencia civil, prenúncio que indica revolução à vista.
    O fato das forças federais contribuirem, corresponde ao que preceitua a Lei. De que adianta termos homens aquartelados prontos para enfrentar uma guerra “utópica” contra forças externas, se os conflitos internos são bélicos e levam a desordem.Em pouco tempo eles existirão para proteger um país que não mais existe. Agora, não se enganem, quando eles retornarem, este teatro repressivo cessar, os marginais darão o troco, mesmo porque os políticos, que apoiam os traficantes, são contras este modelo repressivo, e farão tudo pra restabelecer “a ordem no comércio das drogas”… é muito money… Por falar nisso: Cadê a Rosinha e o Garotinho????

  • c. menezes

    Até agora este circo todo não me convenceu ainda.
    As forças armadas só ajudaram “à pedido” para completar a farsa de fim de governo.
    Veja bem, isso será usado em campanhas eleitoreiras num futuro próximo.
    O papel das forças armadas é somente proteger nossas FRONTEIRAS e ameaças de outros países.
    E tenho dito…

  • kerwsonlisi

    LÓGICO,ÓBVIO,MAIS QUE CERTO…A POPULAÇÃO PAGA IMPOSTOS E QUER RESULTADO, SE TEM QUE COLOCAR AS FORÇAS ARMADAS ENTÃO QUE VENHA.O QUE NÃO PODE É OS BANDIDOS DAREM AS CARTAS.A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR É PORQUE SÓ AGORA DEPOIS DA CAMPANHA DE PRESIDENTE É QUE TOMARAM ESTA PROVIDÊNCIA ÓBVIA.QUE ACORDO TINHA O PT E CABRAL COM OS BANDIDOS PARA A TREGUA FEITA NA CAMPANHA.ISTO CHEIRA A IMUNDICE TRADICIONAL DO PT…PARTIDO DOS CORRU-PT-OS.BALA DE MORTE AOS BANDIDOS E QUE NÃO SE FAÇA PRISIONEIRO, PORQUE, SE NÃO, A IRRESPONSÁVEL LEI DAS EXECUÇÕES PENAIS OS MANDA SOLTAR.

  • nilson

    Olá Ricardo!

    Acho sim, ademais me parece plenamente constitucional, visto que parte da nossa pátria está sob o julgo de bandidos, justamente por auxência do estado.

    Me parece um desperdício de energia e dinheiro, soldados aquartelados a espera de uma guerra. Se não há preparo para um combate urbano, então que se dê este preparo.

    Cordial abraço.

  • Toscano

    Ricardo, não estamos em momento de recusar ajuda de quem quer que seja. Acho que o efetivo das Forças Armadas deveria ser ainda maior. Tenho filhos e quero um lugar melhor para criá-los. Nossa família aprovou e bateu palmas. Não vamos ficar politizando e dizendo que trata-se de jogo para ganhar eleição!! Queremos segurança!!!! Todas as drogas apreendidas tem que ser queimadas para todos verem e terem a certeza que esta porcaria não voltará a circular.

  • Adriana

    Sim, com certeza! O RJ chegou a um estado de Guerra Civil! E só a PM não vai mais dá conta sozinha coisa que vem há anos se repetindo por isso é hora da Intervenção Federal já que o tráfico está interferindo na vida e no direito de ir e vir da população que se encontra encurralada! Esse direito é soberano e o governo federal tem que intervir! As forças armadas do Brasil são altamente preparadas e exemplo disso é a paz no Haiti!

  • Gustavo de Paula

    Setti,

    Eu diria que, numa situação HIPOTÉTICA, das forças armadas atuarem na repressão aos GRANDES CHEFES do tráfico, aqueles que tem MUITA grana e trabalham lá longe das ruas, nos gabinetes do alto dos prédios das famosas avenidas…

    Neste cenário HIPOTÉTICO, sim, apoiaria. Mas para isso não precisamos das forças armadas, certo?

  • Gustavo de Paula

    Modesta contribuição.

    Aqui na minha cidade (São Carlos, interior de SP) o combate às drogas é feito de duas maneiras:

    1. Incursões da polícia nos locais de distribuição dos entorpeces (as “bocas de fumo”); identificam os traficantes e agem pontualmente para efetuar prisões e apreensões.

    2. Ações, majoritariamente do governo municipal com recursos federais e também estaduais, para resgate da cidadania dos jovens. Um grande número de projetos e ações.

    Perto de uma das mais pobres e perigosas regiões, em relação ao tráfico, foi inaugurada uma piscina invejável, destinada à pratica de esportes pela população local, atendida por programas sócio-educativos do município.

    Muita gente brincou que no dia seguinte haveria um “presunto” boiando lá. Mas isso nunca aconteceu, e há muito tempo as atividades lá atraem a população local.

    A estratégia deu certo, a população está contente, e acreditem, vão reeleger o prefeito, aposto e ganho. E pior(?) que ele é do PT!!

    Ah, claro. Os peixes grandes – empresários, políticos, “famosos” da cidade, honorários cidadãos “cheiradores” de longa data, estes estão por aí… afinal, consumir não é crime, né?

    Um pitaco de realidade.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Carlos_%28S%C3%A3o_Paulo%29

    Obrigado pela boa contribuição, caro Gustavo.

    Um abraço

  • Francisco Rocha

    Srs. Governadores dos outros Estados da Federação,APRENDERAM?

  • Célio Franca

    Prezados,

    Isso deveria ter sido feito a muito tempo atrás.
    Chega, a população não aguenta mais viver com medo.
    Tem mostrar quem manda e pronto, só assim teremos o nosso brasíl melhor… A idéia é conseguir as coisas sem agreção, mas do jeito que as coisas estão, é complicado…

    O sonho de um País perfeito é impossível, mas da pra chegar perto, basta todos apoiarem..

    Assim estaremos garantindo um futuro melhor, qualidade de vida, etc, para todos…

    A vida é uma só e não podemos deixar de “aproveitá-la”…

    Viva o nosso Brasíl…

  • SIM…

  • Aparecida Silva

    A atuação das forças armadas foi necessária para intimidar os traficantes que estavam com o poder acima da lei. Mas, o poder público precisa valorizar a prevenção primária na segurança, que é um trabalho a longo prazo, investindo com qualidade no núcleo familiar, amparando quem faz a função materna e a criança. Parece que o poder público valoriza a insegurança e as doenças. Quanto maior o número de pessoas desestruturadas psiquicamente, melhor para eles?
    Tudo começa na infância e em contato com o outro. Ocorre repetição de comportamento. O novo ser precisa conhecer um lar estruturado. Ninguém nasce sabendo. A estrutura psíquica é construída entre 0 a 5 anos de idade e novo ser faz a sua escolha pelo o que escuta e visualiza. Quem é o sujeito que desempenha a função materna? Como é a estrutura familiar que o novo ser está inserido?

  • gustavo h a araujo

    SIM CONCERTEZA TUDO QUE FOR PRA ACABAR COM ESTA SAFADEZA NO RIO DE JANEIRO E FOR PARA O BEM TEM QUE SER FEITO O EXERCITO É FEITO PRA AJUDA O BRASIL MESMO QUE SEJA UAM GUERRA DENTRO DO PAIS EXERCITO SEMPRE

  • paulo borges

    Sim e parabens ao Senhor Sergio Cabral e que o Brasil siga o seu exemplo

  • ana soriano

    Seria bom as Forças Armadas acabarem com a corrupção do govêrno também.

  • Maria de Lourdes

    Sim, não só as Forças Armadas mas também todo e qualquer aglomerado de homens pagos pelo Estado. Chega de ficar na Administração, engraxando botas e hasteando a Bandeira Nacional o dia todo. Todo mundo para a rua.”Polícia para quem precisa de polícia”.

  • André

    Em uma situação de resistência semelhante à de guerra, necessita-se de reforços de guerra. No caso como foi executado no RJ é um belo exemplo de cooperação e acima de tudo de coerência e bom senso.
    Tivemos feridos, mas nenhum inocente morto. Ação nota 9.

  • Adriano

    Não, se for assim então não precisa de PM, PC, pra que, se o exercito a marinha e a aeronautica estão fazendo o policiamento, as forças armadas não são policia!

  • Corinthians

    Setti,

    Eu sou a favor de seguir somente como previsto na Constituição.
    Não pode-se correr o risco de corromper as tropas, ou de utilizá-las de maneira incorreta, ou ainda de criar hostilidade entre o exército e a população, ou ainda de isentar o governo estadual de sua responsabilidade, tornando assim o exército como patrulha permanente.
    A situação está um descalabro, então é importante de que, como previsto na Constituição, as forças armadas colaborem e ajudem, por um tempo determinado. Este tempo não deveria ser determinado pela “retomada” de uma favela, ou pela prisão de um bandido – deveria sim ser definido com base no tempo necessário para que o governo Estadual tome as ações necessárias (contratar mais policiais, reorganizar a polícia e suas ações, passar pela burocracia para conseguir mais verbas federais, etc.) e retome o controle.
    As forças armadas seriam muito mais úteis patrulhando as fronteiras e diminuindo e muito a entrada de armas e drogas no país.

  • marcos

    Eu sou a favor sim! os cara só ficam aquartelados onerando o estado;nada mas justo do que usalos na segurança.

  • Corinthians

    Ah esqueci de colocar…
    Acho que os governantes de outros estados da federação aprenderam sim… como não fazer, como não deixar a situação chegar a este ponto…

  • Sergio Carneiro

    A constituição de 88 limitou em muito as ações das forças armadas, tudo com receio a volta do regime.

    Com a leitura deste artigo o uso das forças armadas não fere a constituição.

    No Rio não havia a garantia dos poderes constitucionais e nem a ordem e pouco menos a Lei.

  • O Iluminado

    A melhor forma das Forças Armadas combaterem o crime é atuando nas fronteiras, por onde entra TODO o armamento e a droga desse País. A população deve cobrar incisivamente que o Governo Federal faça a sua parte. São 16,8 mil km de fronteira com os ÚNICOS PAíSES que produzem cocaína no mundo (PERU, COLOMBIA e BOLÍVIA) sem contar com a entrada pelo PARAGUAI de armas e munições. É muito mais inteligente combater o tráfico na entrada, onde a quantidade é grande e a resistência é pequena (comparado com o que se encontra nos morros). Essa é a melhor forma das Forças Armadas ajudarem no combate ao crime. Entretando, o Governo Federal parece que ainda não acordou para essa realidade, veja na matéria abaixo a realidade e o descaso com as nossas fronteiras.
    http://www.sindireceita.org.br/?ID_MATERIA=17699

    http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/20456

  • Dede Barros

    Sou a favor desde que tem pessoal preparado, são vidas em jogo…

  • Alberto Barbosa Correa

    Até que enfim reconhceram que havia necessidade da atuação e esforços conjuntos de todas forças policiais para resolver e acabar com esta organização de crime organizado que não é só um problema no Rio de Janeiro,mas presente em todos os estados,colocando a população privada do seus direitos de viver com dignidade sem medo dos bandidos e crimes de toda natureza.Não podemos admitir a instituição de outro país do crime dentro de cada estado,desafiando o as leis e o poder de nossa justiça.Tenho orgulho de ser brasileiro e parabenizo as forças policiais pelo belo trabalho realizado enquadrando os bandidos na forma plena da lei.
    VIVA O BOPE

  • carlos

    Sim, sou a favor, que isso ocorra até contra invasões de terras e residencias

  • Jônatas

    Diante das circustâncias que está a violência no Rio, as forças armadas tem que ajudar sim no combate ao crime.

  • O Iluminado

    Outra coisa. A população carioca tem que vencer a hipocrisia, quem quer PAZ não compra DROGA, não cheira COCAÍNA nem fuma MACONHA. Aliás, ótimo slogan para essas passeatas que querem acabar com a violência no RIO. Abraços.

  • carla souza

    Deve combater sim estes traficantes frios e desumanos.

  • Hadson

    O uso das forças armadas deve ser pontual. Ela deve ser o último recurso. O que se precisa é de polícia bem formada e bem paga. É inadmissível ouvir que o estado está retomando o poder na comunidade, pois isso só mostra o quanto eles estavam ausentes… pois se estivessem presentes, talvez não fosse necessária o último recurso “Forças Armadas”.

  • Sol

    Não acho que as Forças Armadas devam entrar no combate ao crime, salvo nas situações previstas na constituição.
    O efetivo das Forças Armadas não é treinado para este tipo de combate.
    Te digo ainda caro Ricardo, hoje o nosso efetivo é muito inferior ao que tinhamos anos atrás.
    Nossas Forças Armadas estão sucateadas, sem armamentos modernos, o próprio treinamento dado hoje aos militares deixa muito a desejar, pois hoje eles só fazem meio expediente nos quartéis porque não existe condição financeira de manter as tropas, como alimentação, materiais bélicos e etc…
    Nossos militares deviam sim estar patrulhando nossas fronteiras, zelando pela segurança nacional.
    E ainda existe uma insatisfação geral dos militares em relação a muitos desmandos e corrupção deste governo. Isso não é bom.
    Os estados e o governo federal devem fazer sua parte.
    Precisamos mudar as leis e manter os bandidos na cadeia, faze-los trabalhar e estudar dentro dos presídios, assim talvez alguns tenham recuperação.

  • Biriba

    Não só devem, como tem que continuar, inclusive nos Estados da Região Norte/Nordeste, como: Maranhão, Piaui, Ceará, Rio G. do Norte, Paraiba, Pernambuco, Alaguaos e Sergipe, os Criminos residentes nas áreas do eixo Rio/São Paulo/Minas e áreas do Sul devem migrarem para outras Regiões, estas Ações que estão ocorrendo, são apenas tratamentos profilaticos, mas tem que ser continuado, em razão de que é de médio prazo.

  • Sérgio

    O crime deve ser combatido com todas as formas da legalidade, mas deve ser combatido em todos os níveis, no morro, no asfalto e também na política, onde houver um marginal, o crime deve ser combatido.Essa guerra que temos visto no RJ precisa ter continuidade com um sistema prisional eficiente e leis que mantenham marginais fora de circulação…mas repito, deveria ser em todos os níveis

  • Bento de Carvalho Netto

    Caro Ricardo!
    Acho sim, que as forças armadas de apoio logisticos contra a bandidagem do Rio, e vou mais além, independente dos governos anteriores e do atual, a incopentencia já deveria ter tomada a muito tempo, deixando de lado o oba-oba com aartistas e cantores famosos no carnaval, primeiro a segurança, depois o carnaval, também espero que as forças armadas intensifique nossas fronteiras contra as drogas e armas, enfim…………que antes dos direitos humanos, seja feita a ordem e o progresso, pelo menos é o que diz na nossa bandeira.
    Forte abraço.
    Bento!

    Obrigado pelo comentário, caro Bento.
    Apareça sempre!
    Abração

  • Antonio Carlos

    Eu Acho que devem seguir o que determina a constituição, porque ela é a lei!
    Se ela permitir usem, se não respeitem!

  • M.RODRIGUES

    Claro! São áreas dominadas onde as forças legais são impedidas de entrar e seus cidadãos vivem sob leis especiais. Isso não pode ocorrer. Então, que na retomada das áreas, que as forças armadas estejam juntas no apoio.

    Não esqueçamos das ações nas fronteiras que têm sido inúteis e precisam de uma solução (dizer que é complicado não serve de desculpa!)

    E vamos combinar uma coisa: é melhor estar atuando em uma frente como esta do que ficar cortando grama e pintando muro de quartel!

  • Neuri

    Demorou muito, tem que usar tudo o que tiver ao alcance, pois isto é pior que guerra.

  • acioni leite costa

    Boa Noite!!!! Moro em Lisboa e tenho acompanhado as noticias do Rio de Janeiro pela tv. O que me deixa indignada é o sensasionalismo da imprensa. Num verdadeiro estado de guerra a imprensa disputando a desgraça como urubus, tranformando todo o trabalho num circo,vale tudo para aumentar audiencia. Disputam cada palmo da noticia, mostram os carros blindados por dentro, buracos de bala etc… afinal não entendo como as autoridades responsáveis abrem para a imprensa este tipo de infomaçao, totalmente desnecessaria e sensacionalista. Na minha opiniao estas reportagens chegam a afetar a credibilidade da operação. Porque nao após o trabalho realizado, os responsáveis reunir as imprensa e passar os resultados oficiais da operaçao. Aposto que acabava com este circo rapidinho.
    Obrigada pela atençao!!!!!!

    Acioni, obrigado por sua audiência aí de Portugal. E acho que, sim, você tem razão. A mídia, especialmente a eletrônica, passou um poucos dos limites nessa cobertura.

  • Carlos Ferreira

    Claro que não.Acho que os governadores devem eleger prioridades que atendam a população e que gastem menos com propagandas.

  • Marcos

    ótimo

  • valdir xavier

    Olá, sem dúvida a operação foi correta, mas tem que ter muito bom senso entre estes operadores desta operação para que não se pratique abusos com pessoas corretas. E isto já deveria ter sido feito a mais tempo, e então os prejuizos seria menor para todos.

  • claudio

    Parabenizo o governador Cabral e seus secretários pela atitude de enfrentar o problema de frente. Agora, já estou pensando em passar umas férias no Rio. São mais de 25 anos sem visitar essa cidade.

  • Jamiroquai MacDonalds Robson

    NÃO! dessa forma, a polícia perde o crédito que já não tem. Acho que os abusos só aumentarão!
    CUMPRAM-SE AQUILO QUE FOI ESTABELECIDO NA CONSTITUIÇÃO!
    Força Armada é pra defender o país de ataques externos e não internos!
    minha humilde opinião

  • tatiana

    SIM. Temos que acabar de vez com esse mal que são o tráfico e a bandidagem dele decorrente.

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Ricardo Setti:
    Não,Não,Não e NÃO!!! vide Mexico.

  • Eduardo

    Penso que o tema da enquete (FFAA no lugar da polícia) é equivocada, pois, se as FFAA forem corrompidas pelo tráfico, quem iremos chamar para substituí-las? Penso que a enquete deveria perguntar o que fazer com a polícia que temos. Se o sistema de segurança judicial/policial nao cumpre seu papel, para que continuar com ele? Para que continuar pagando por ele? Penso que as instituiçoes (polícias, MP, Judiciário, OAB, mídia, partidos políticos, etc), por culpa das pessoas que as ocupam, estao tao desgastadas com corrupçao e tao voltadas para seu próprio umbigo que se afastaram completamente de seus propósitos públicos. Nesse contexto, as FFAA iriam dar certo no primeiro momento, mas pouco depois iriam afundar no mesmo lamaçal. A Constituiçao prevê as atribuiçoes das FFAA, mas também prevê a “Intervençao Federal” nos estados quando a paz e a ordem sao ameaçadas, ou seja, se o Cabral nao consegue manter a paz e a ordem, por que nao empregar no RJ as FFAA E a INTERVENÇAO?? Concluindo, penso que a soluçao nao é pontual e sim sistêmica, ou seja, o povo brasileiro está tentando construir uma civilizaçao com valores duvidosos em que ninguém é responsabilizado por nada, que a demagogia é bem vinda se trouxer uma “bocada”, que altos impostos e nenhum retorno é aceitável desde que haja muitos feriados e festas, que aceita empregar mao-de-obra barata em casa desde que seja “boazinha”, que aceita a existência de favelas como fornecedora de mao-de-obra barata desde que continuem pacíficas, enfim, um sistema de valores que mereceria uma enquete para avaliar se necessita ser profundamente alterado. Um abraço.

  • Ailton

    APENAS UMA PERGUNTA:POR QUE OS PRAÇAS(SD,CB E SGT,NÃO LHES É CONCEDIDO O PORTE DE ARMAS,PRINCIPALMENTE NA MARINHA?

  • Ailton

    OU SÓ OS OFICIAIS TEM O DIREITO DE DEFENDER SUAS FAMILIAS?

  • Vera Natali

    Caro Ricardo Setti.
    Acho que as Forças Armadas deveriam combater o tráfico de armas e drogas nas fronteiras. Ah! como seria bom que drogas e armas nem chegassem ao nosso País.

  • Paulo Bomfim

    Olá, Setti. Dei uma sumida de tudo quanto é lugar. Ocorre que é necessário esperar um pouco para se avaliar as coisas – para não fazermos o que boa parte da imprensa vem fazendo: acha que está tudo resolvido.
    Respondendo à indagação do post: não acho que as Forças Armadas tenham de entrar no combate ao crime. Penso que sua utilização deve seguir a Constituição:
    “Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”
    A lei e a ordem, em tempos (e em cidades) normais, podem ser garantidas pelas polícias militares. E, bem, a Constituição diz que a segurança pública (vejo isso como o combate ao crime) é dever do Estado, que a garantirá por meio das “I – polícia federal;
    II – polícia rodoviária federal;
    III – polícia ferroviária federal;
    IV – polícias civis;”
    Não fala nada sobre as Forças Armadas.
    O que aconteceu no Rio é em excrescência e deve ser assim considerado – já que ali estava em jogo a soberania do Estado brasileiro.
    Abração, Setti.

  • joão lavador

    Concordo com o Reinaldo Azevedo qundotestifica que aquilo não é somente crime urbano, aquilo é uma verdadeira guerra sob pontos de vista até previstos na lei. Portanto, sou a favor sim!

  • Paulo Bomfim

    “V – polícias militares e corpos de bombeiros militares.”
    Faltou no coment´rio das 15:20

  • agamenon

    A questão é que não pode haver abuso de autoridade. Estou pasmo com comentários de leitores em inúmeros blogs e grandes jornais online.

    Primeiro, a sede de sangue. Se não houver um monte de mortos, não houve sucesso.

    Segundo, houve muitas denúncias de moradores que foram espancados e tiveram bens roubados ou coisa parecida. Não foram muitos, mas ocorreu. Ora, só um idiota ingênuo vai achar que dentre os 3000 policiais que estavam naquela incursão, todos, todinhos são santos. Não é?

    Estou pasmo com dezenas e dezenas de leitores desses jornais, pois justificam a agressão e roubo de patrimônio das pessoas que moram nas favelas, com uma frieza impressionante. Tem gente que disse até algo assim: “o que uma tv LCD está fazendo na casa de um favelado? A polícia certamente desconfiou que tinha droga lá dentro”. Pois é, o resultado da desconfiança ou sabe-se lá o que (pois pobre de favela não pode ter LCD em casa) foi que a TV foi pro espaço, quebrada.

    Concordo absolutamente com você, caro Agamenon.
    Abraço

  • Gilberto

    Se um governo estadual não tem condições para acabar com o tráfico e dar segurança para a população, nem devia ser candidato ou “PEDE PARA SAIR”.

  • alvaro

    O problema é que não temos uma política nacional de segurança séria. O que se faz no Brasil é um amontoado de medidas pontuais e muito demagógicas. O presidente diz que o Rio terá todo o apoio do governo federal que pedir desde que esteja dentro da lei. Quer dizer, não falou rigorosamente nada de novo ou inteligente. É pura demagogia. A
    A situação da segurança pública não é péssima apenas no Rio. Pará, Bahia e Ceará estão com índices de assaltos e latrocínios nas alturas. O estado do Paraná, que é tido como modelo, teve um aumento de quase 200% em assaltos e roubos nos últimos anos. Os mais recentes índices de violência em São Paulo apontam uma certa melhora, mas francamente não vejo isso de forma muito clara. O que vejo são inúmeras histórias de assaltos em plena luz do dia.
    Acho que o Estado perdeu por completo a capacidade de lidar com a criminalidade. As Forças Armadas podem ajudar, mas essa não é sua função constitucional. As polícias militares e civis é que deveriam estar capacitadas para combater a violência. Mas para isso deveriam ter armas, equipamentos e salários dignos. Todo policial, seja civil ou militar, tem que fazer um biquinho nos horários de folga para melhorar seus rendimentos. Assim não vai dar certo nunca!

  • Corinthians

    Concordo agora com Agamenon quanto ao abuso de autoridade.
    Aliás, para mim isso não é nem abuso de autoridade, é assalto mesmo.
    O governador Sérgio Cabral e o secretário Beltrame fariam um bem enorme ao país se dessem uma declaração conjunta de que irão investigar essas ocorrências e punir os policiais responsáveis.
    E dariam uma contribuição infinitamente maior se realmente fizessem isso.
    Discordo quanto a sede de sangue… caracterizo minha vontade como “sede de prisões”. Bandidos que estão atacando a sociedade devem ser afastados da mesma, ou seja, presos.

  • Tito

    Prezado Setti,
    Escrevo este comentário como complemento ao que postei no dia 26 às 16:05 h.
    Tenho plena certeza que o sim vai vencer com larga margem a sua enquete. A população civil desconhece a Constituição e suas leis complementares no que se refere ao emprego da FFAA e, desconhece, também, as próprias FFAA.
    Começando pela sua enquete, quando você coloca nas alternativas que a Constituição prevê o emprego “como apoio” às forças policiais. A LC 97, que é a legislação complementar que regula o emprego das FFAA em GLO, é bem clara neste ponto. Quando há o emprego das FFAA, o controle operacional da ação cabe ao Exército, logo, quem apóia é a polícia.
    Ah, mas isso é vaidade. Não é não, explico : para um emprego efetivo das FFAA, não adianta apenas colocá-las de papagaio de pirata para dar uma satisfação à população que passa a ter uma falsa sensação de segurança, afinal as FFAA, instituição que tem 84% de credibilidade, entraram na guerra.
    O “apoio” das FFAA na tomada do Complexo do Alemão foi primordial sim, mas pelo empréstimo dos blindados, dos helicópteros e dos equipamentos, e não pelo uso da tropa. Ela está lá para literalmente nada, ou, por pura política. E pior, entregue à própria sorte, pois lembro que a Constituição de 88 tirou-lhe o poder de polícia e, nesse caso, o respaldo legal é questionável, como tem sido em outras operações que o Rio já viu. Qualquer revista ou prisão feita por um militar, que não seja em flagrante (todo cidadão pode prender neste caso), é ilegal e torna-se um Nirvana para advogado bandido de bandido.
    Mas a Constituição, no seu Art. 142 prevê o emprego. Pois é, mas para que ele seja efetivo, tem que ser combinado com o Art. 136 e a Lei Complementar 97, daí o conceito do controle operacional. Porque aí é guerra. Do jeito que está é que não pode. E a população que não se iluda.
    Qualquer militar, por conhecer a Lei e as características da sua Força, é contra o emprego de tropa na forma como ele está ocorrendo.
    Gostaria de aproveitar para lembrar que o Art.142, no que se refere à garantia da lei e da ordem, quase não passou durante a Constituinte, que queria retirar, de qualquer jeito, as FFAA deste tipo de operação, inclusive o Dr. Ulisses (que o fundo do mar o tenha).
    Mas uma vez discordando de você, um grande abraço.

    Obrigado por seus esclarecimentos. O que você sugere que mude no texto em que apresento a enquete? Nada disso mudará, como sabemos, a tendência ao “sim” simplista, não é mesmo? Mas gostaria de ser preciso a respeito.

    Abraços

  • Roberto Xavier

    Prezado Setti, a questão das drogas deveria ser tratada como questão de segurança nacional, e por isso deveria ser implementado um sistema de controle das fronteiras que é por onde a maior parte das drogas e das armas que abastecem as organizações criminosas entra no país. Depois que armas e drogas já estão dentro do território fica difícil um controle e um combate mais eficiente. Por outro lado, vou dizer uma coisa que faz muitos narizes se entortarem: O maior problema das grandes cidades brasileiras são as favelas, acabem com as favelas e com elas irá a maioria dos problemas, entre eles o narcotráfico arraigado.

  • Roberto Xavier

    Caro Setti, eu detesto aquele sujeito, mas seguindo alguns hyperlinks cheguei ao blog dele. Falo do “jornalista” Luiz Carlos Azenha. Depois de muitas cretinices ali lidas, o tiro de misericórdia foi a postura dele quanto à legalização, que ele diz ser favorável, veja você, das drogas, ou seja, de todas elas para com isso enfraquecer o poder do trafico e reduzir a criminalidade.
    Um tema bastante explosivo o da legalização e também muito complexo, pois eu nunca vi nenhum comentário expondo de que maneira se daria, no caso de um eventual “liberou geral das drogas”, o processo de aquisição dos produtos entorpecentes por parte dos usuários e também como seria feita a produção e distribuição das drogas. Neste caso haveriam fazendas especializadas no cultivo de plantas para serem convertidas em drogas como a cocaína por exemplo, ou haveria um processo de importação? Seriam produtos tributáveis? Poderiam os viciados comprar sua droga preferida em lojas de conveniência ou tabacarias? Haveriam limites para venda e uso? Penso que se houver tal limitação, o trafico ilegal entraria em cena para suprir esta limitação.
    Particularmente eu acredito que tal idéia seria o mesmo que andar na contra mão em uma rodovia como a BR 116 em pleno feriado prolongado de Carnaval.
    O que você pensa a respeito desse tema?

    Caro Roberto, o assunto é extremamente complexo para responder num simples comentário.

    Alguns países, inclusive Portugal, encontraram soluções interessantes para começar a tratar da questão da droga.

    Vou escrever em breve a respeito de legalização ou não, e de que tipo de droga.

    Abraços

  • Rafael Henrique

    Sim, as forças armadas devem participar no combate ao narcotráfico sim. E no episódio do Rio de Janeiro, aqueles ataques não eram de vandalismo, eram de TERRORISMO, é ai que entram as forças armadas. E o Exército tem sim condições de participar nesse tipo de operação, uma vez que muitos militares possuem curso de GLO (Garantia da Lei e da Ordem). Existem até unidades militares extremamente adestradas no assunto.
    Minha simples opnião.
    Obrigado

  • miriane

    caro setti na minha opinião as forças armadas deverian ter agito faz tempo ..

  • Lúcia Helena

    Caro Setti

    O uso das Forças Armadas no Rio de Janeiro deixou de ser opção.
    De lamentável, na verdade poucos o dizem ou percebem, é que tal fato representa a falência das políticas de segurança pública.
    Enquanto for necessária sua ação nos moldes vistos no RJ, andamos mal!
    abs

  • QUINTINO

    segurança publica no brasil é uma vergonha tem que melhorar as puniçoes cade os deputados e senadores , eu asisto a tv sendado e tv camara e vejo que a maioria estao la só enchendo linguiça e nao falam em mudar a leis criminais , ai fica assim poliçias prendem e justiça solta e desanima os poliçiais çivis militares e federais , vamos dar puniçoes mais severas para bandidos

  • Romolo

    Sou a favor mesmo com o risco do treinamento militar em relação à reação da população, acredito que um militar nos dias de hoje seria mais “ponderado” que um meliante que muitas vezes não dá valor a vida e sim ao dinheiro.

    Não vivi a ditadura militar mas vejo que se continuar como está onde a própria população não exerce seu papel de cidadão para si e com os demais, não vejo outra alternativa de imediato.

    Espero que a “geração Y” tenha a oportunidade de se ambientar no cotidiano e refletir de forma coerente sobre sua educação e o poder que cada cidadão tem em suas mãos.

  • Lúcia - Gyn

    A Forças Armadas devem fazer, e bem feito, seu trabalho de vigiar as fronteiras e impedir a entrada de drogas e armas, junto com a polícia federal. Já nos Estados o que tem que funcionar é a segurança pública, que no caso do Rio já foi pro espaço faz tempo.