VOTEM NA NOVA ENQUETE: Vocês querem acabar com a reeleição? Instituir mandato de cinco anos? Deixar tudo como está? Façam sua escolha

VOTEM NA NOVA ENQUETE: Vocês querem acabar com a reeleição? Instituir mandato de cinco anos? Deixar tudo como está? Façam sua escolha Imagem: domínio público

Já está no ar, na coluna à direita desta em que publicamos os posts aqui na home page, a nova enquete do blog.

Os tucanos estão defendendo uma reforma política que acabe com a reeleição mas, ao mesmo tempo, instituem um mandato de cinco anos — em vez dos atuais quatro — para os titulares de cargos do Executivo, ou seja, presidente da República, governadores de Estado e prefeitos.

Vocês concordam?

Ou preferem outras alternativas — desde deixar as coisas como estão (mandato de quatro anos, com direito à reeleição) até esticar os mandatos para cinco anos, mas sem reeleição?

Nossa enquete oferece SEIS alternativas de resposta.

Não deixem de ir lá e cravar sua preferência.

E postem seus comentários, OK?

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  • Dulce Regina

    Deveriam acabar com a farra dos SENADORES, que se perpetuam até a morte. O Senado cheira a naftalina.

  • Ana

    O MAIOR ABSURDO e ULTRAJE DA SEMANA: DILMA , HADDAD E CORREDOR DE ONIBUS( VULGO ATROPELODROMO). O governo de SP tentando colocar metro na cidade, e esse pseudo prefeito vem com essa rídicula “false”solução!!! NAO SOU IDIOTA NÃO….. , PENSA E RESOLVE MELHOR! PREFEITO!!!

  • Luiz Cazettal

    Minha sugestão para a reforma politica.
    1) Voto facultativo. (acabar com o voto obrigatório)
    2) Financiamento de campanhas só de pessoas físicas com limite de um salario mínimo.
    3) Reeleição para mesmo cargo de legislador só uma vez, a próxima só depois de oito anos.
    4) Para cada 500.000 eleitores eleger um Deputado Federal proporcionalmente ao número de eleitores de cada Estado da Federação ( hoje seria + – 280 Deputados Federais).
    5) Para cada 350.000 eleitores eleger um Deputado Estadual .
    6) Para cada 20.000 eleitores eleger um Vereador.Com no máximo 25 Vereadores cada cidade.
    7) Acabar com reeleição para o executivo e o mandato passa a ser de cinco anos.
    8) Estados com mais de cinco milhões de eleitores elegem dois Senadores, menos de cinco milhões só um Senador com mandato de quatro anos, acabar com o suplente, no impedimento do titular assume o mais votado do estado independente do partido a que pertença.
    9) Implantar voto distrital para todo legislativo.
    10) Todo cidadão que tiver dois mandatos executivos, seguidos ou alternados não poderá mais se candidatar ao mesmo cargo, pode concorrer a outro cargo (executivo ou legislativo)
    11) Acaba a imunidade parlamentar, só permanece a imunidade relativa a declarações politicas.
    12) Todo partido que não conseguir eleger 5% de Deputados Federais está extinto.
    13) Acabar com o imposto sindical, e a contribuição assistencial só com autorização por escrito.
    14) O Congresso Nacional trabalha três semanas por mês de segunda a sexta feira com uma semana de folga, com direito de apenas uma passagem de ida e volta por mês.
    15) Cortar todos os benefícios dos legisladores (menos uma passagem por mês para os congressistas) inclusive moradia, todos tem condições de sobreviver com o salario.
    16) Cortar aproximadamente 70% dos funcionários do legislativo nas três esferas.
    17) Reajuste de todos os cargos eletivos serão iguais aos dos aposentados que recebem acima de um salario mínimo.
    18) Aposentadoria para todos os cargos eletivos serão pelo INSS com os mesmos limites de
    teto e mesmas condições do trabalhador da iniciativa privada, conta os anos de mandato.
    19) Remuneração de vereadores só nas cidades com mais de 400 mil eleitores.
    20) Cada Senador, Deputado Federal tem direito a três assessores os Deputados Estaduais tem direito a dois assessores e os Vereadores tem direito a um assessor os demais cargos deverão ser preenchidos por concurso publico.
    21) Acabar com cargo comissionado, o executivo só pode nomear ministros e secretários
    22) Toda votação no Senado/ Câmara Federal / Assembleia Estadual e Câmara de Vereadores deve ser aberta(isto é do conhecimento do eleitor).
    23) Criar mecanismos para implantar o déficit zero nas três esferas, no máximo em quatro anos com possibilidade de cassação se não for atingido.
    24) O executivo só pode usar medida provisória em casos de calamidade publica.
    25) O executivo não pode parar obra do antecessor, só poderia melhora-la.
    26) Para concorrer a eleições todo legislador nas três esferas deve renunciar ao mandato seis meses antes das eleições.
    27) O Deputado Federal / Estadual e Vereador que por qualquer motivo deixar o cargo será substituído pelo primeiro mais votado no distrito independente do partido a que pertença.
    28) Todo legislador que sair do cargo para ser ministro, secretario ou qualquer outra função perde o mandato (isto é não pode voltar ao legislativo)

  • Marco Felix

    É incrível a grande incapacidade das lideranças politicas de trabalharem com as situações já definidas. O plano real em 4 anos de mandato não erá suficiente para garantir sua permanência pois poderia ser alterado pelo sucessor. Se os candidatos não tem capacidade, competência ou seja lá o que for para uma eventual reeleição que fiquem só os 4 e não encham o sarcalho, pois vai se gastar muito tempo com uma questão já sacramentada. E com isso questões mais relevantes e ha tempos esperando analises mais profundas ficam nas gavetas à espera de suas excelências para o verdadeiro trabalho. Se nos ditos países de primeiro e primeiríssimo mundo o tempo é maior por que em nossa grandiosa mediocridade Acharemos que com menos tempo seremos mais eficientes? Ao trabalho VAGABUNDOS.

  • A.M.A

    Boas propostas!
    Não entendi a semana de folga do item 14. Algum trabalhador tem isso?

  • alvaro marçal

    APOIADO, mandato de 5 anos em todos os niveis.

  • A.S.

    Gostaria que fosse feita uma enquete semelhante com relação aos cargos legislativos – vereador, deputado estadual/distrital, deputado federal e senadores. Ainda não encontrei nenhuma discussão séria sobre a questão da reeleição, sem qualquer limite, para estes cargos.
    A sugestão do Luiz, embora interessante, é algo utópica, e em alguns aspectos desfuncional.

    Focando no ponto que destaquei faço as seguintes propostas:

    A – cada cidadão brasileiro poderá exercer, no máximo, 07 (sete) mandatos em cargos eletivos;
    B – para os cargos de prefeito, governador, presidente e senador, cada cidadão brasileiro poderá exercer, no máximo, 02 (dois) mandatos, e de forma não consecutiva;
    C – para os cargos de vereador, deputado estadual/distrital e deputado federal, cada cidadão brasileiro poderá exercer, no máximo, 03 (três) mandatos, consecutivos, ou não.

  • Murilo Castro

    Concordo com as sugestões de Luiz Cazettal !
    Apenas completaria o item 14 eliminado as férias e/ou recessos parlamentares, uma vez que suas excelências já folgariam 12 semanas no ano ( o que é muito ).

  • joaol

    também poderia ser usado no senado,pois lá tem muitos inúteis se perpetuando no cargo.

  • Kitty

    Caro Ricardo, acabei de votar..sou favor do mandato de 5 anos..do jeito que está agora os presidentes passam a metade do mandato só pensando na reeleição, medidas consideradas amargas ou emplacar uma reforma para valer, nem pensar porque temem não se reelegerem, gastança na estratosfera para manter as alianças que mais parecem um ajuntamento, estilo torre de babel ,que só se entendem na hora da distribuição da grana ou para as fatídicas emendas que, nem a metade delas chegam a destino que os parlamentares fazem questão de dizer que é para os seus redutos eleitorais.Na realidade nua e crua,o que menos se faz nos primeiros quatro anos, é governar. Um bom administrador, criterioso nos gastos, um pouco de honestidade,transparência no uso do dinheiro público e, outro pouco de vergonha na cara, pode-se sim fazer coisas em cinco anos…!!!//Alguém hoje me disse que eu sonho acordada, que isso é pura utopia e que o Brasil não é a Suécia..talvez, mas como se diz: sonhar não custa nada, não é Ricardo? Um abraço/Kitty

  • Fatima

    Fim da reeleição 5 anos de mandato em todas os niveis e mais unificação dos pleitos!!

  • Marcia

    Gostei de suas propostas, Luiz Cazettal – 01/08/2013 às 20:30

  • Marcelo

    Quem acredita na honestidade do PSDB?
    Foram eles que compraram a releição!
    Duzentinho por cabeça, já esqueceram?
    Agora imagine se Aécio for eleito em 2014?
    É mais fácil eles proporem “tri-releição” do que essa piada de 5 anos.
    O PSDB deveria se preocupar em apresentar algo para o POVÃO e parar com essa asneira.

  • bereta

    Talvez o grande problema da reeleição seja o fato de os titulares começarem a pensar nela muito antes de cumprido o primeiro mandato. E essa conversa sobre reeleição se perpetua até o final do segundo mandato. Alguns mandatários, mesmo tendo exercido o segundo mandato, não deixam o poder, que exercem via bastidores e ainda proclamam sem o menor pejo que admitem disputar um terceiro mandato solapando, se preciso, o exercício do mandato de quem está no poder e que posta lá por sua ingerência. Nem preciso citar os nomes desses personagens.

  • Marcelo

    O sr. Luiz Cazettal falou bonito, só esqueceu do poder mais PODRE da Nação, o Judiciário.

    Que tal a lei ser igual para TODOS os brasileiros?
    Por que não podemos ter uma única aposentadoria no Brasil, para todos os poderes, legislativo, executivo e judiciário, incluíndo aí as Forças Armadas?

    Que tal fazer um plebliscito perguntando ao povão se ele quer que todo funcionário público, aposente como ele, pelo INSS?
    Será que o ministro Gilmar Mendes dará uma liminar contra a discussão desse assunto na Câmara ou no Senado?

    O funcionário público que quiser uma aposentadoria diferente do INSS, que pague um plano privado.

    Caro Marcelo, sabe sua última frase acima? As coisas JÁ SÃO ASSIM para os funcionários admitidos este ano, após a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma que regulamentou Emenda Constitucional prevendo a criação de fundos de previdência complementar para os servidores que desejarem se aposentar mantendo o poder de compra dos salários que recebiam na ativa.

  • Carlos Silva

    Vejam só como um plebiscito é um perigo, ao se colocar a opção
    ou a favor de ficar tudo como está —
    pode-se fazer com que pareça que a pergunta é se vc. deseja a permanência do status quo atual, e não apenas se a melhor opção é 4 ano com reeleição. Dessa forma, se a intenção era mesmo fazer uma pesquisa, isso tá totalmente furado.

  • Claudio Oliveira

    Cinco anos de mandatos também para senador sem reeleição.

  • Marcelolys@ig.com.br

    Aqui não é local para abordar o tema assinaturas de revistas da Abril. Não trabalho na área comercial, sou um jornalista.
    De todo modo, a Editora Abril tem enorme apreço por seus assinantes — a maior carteira de assinante do país, quase 70% dos brasileiros que assinam revistas assinam publicações da Abril — e, no caso das revistas que foram fechadas, recompensará seus assinantes com diferentes ofertas, a escolher.

  • Miro

    Seu comentário mentiroso, ofensivo e calhorda não tem, além de tudo, a menor razão de ser. Sou financeiramente independente, se você quer saber. E acabo de assinar novo contrato com VEJA.

  • RONALDE

    A proposta pelo fim da reeleição está sendo feita pelo mesmo partido(PSDB) que lutou com unhas,dentes e mensalões para que a instituição do sistema que existe hoje. Precisavam reeleger FHC. Os sacos contêm farinhas homogêneas.

  • Bruno

    Votei, mas tenho uma duvida. Quando se fala em reeleição é de 1+1 mandatos apenas ? Alguns países conhecidos tem na reeleição o conceito de (quase) ad eternum.

    Os bolivarianos, todos, vão acabar seguindo o exemplo do falecido Chávez, como ocorre com o Rafael Correa no Equador. Nâo, falo em UMA reeleição.
    Abraço

  • Jo Lima

    Na história do Brasil, em tempos democráticos, o político que teve força para fazer uma mudança política profunda foi FHC.

    E isso lhe foi dado pelo sucesso do plano real.

    As gerações novas não têm ideia do que é viver em inflação sem controle, dois dígitos por mês, e, pior, achar que isso era um destino do qual o Brasil não teria como fugir.

    Porém, FHC lutou apenas pela reeleição – que passou a valer em seu próprio mandato. Ato que, digamos, não ajuda muito a considerá-lo o maior político brasileiro de todos os tempos. Mas política não é feita por anjos – como já deixou claríssimo o genial Maquiavel.

    Mas não crítico FHC por isso. O problema é ele não ter feito uma reforma maior. E até a parte da reeleição foi incompleta: ele deveria ter colocado uma lei que impedisse que um presidente que cumprisse dois mandatos pudesse concorrer a um terceiro (como é o sistema americano desde que Roosevelt ficou 12 anos direto na presidência americana) .

    Se tivesse feito isso, o PSDB não teria pesadelos com a possibilidade da volta de Lula. FHC criticou Dilma pela medidas de reforma política – já fracassadas,na minha opinião.

    Se eu o entrevistasse, lhe perguntaria por que ele não implantou uma reforma digna desse nome, quando dispunha de poder político de fato. Não pôde ou não quis?

  • Markito-PI

    Pôxa, Setti; V. nos deixou a pé. Parlamentarista que sou, acho totalmente irrelevante a duração do mandato presidencial.

    Também sou ferrenho parlamentarista. Mas fiz a enquete diante de uma proposta concreta, que está posta, pelo PSDB.
    Infelizmente o parlamentarismo está fora de pauta “neztepaiz” e assim ficará por muito tempo. Vivo, não verei o país com essa forma muito superior e mais democrática de governo.

  • Marco

    Don Setti, Votei em não sei, mas acho q algo tem q ser mudado. Mas Don Setti, q a família Setti é bonita,todo mundo sabe. Mas a Jennifer Setti, mulher do ” esfinge” Osvaldo Oliveira. Com todo o respeito é um monumento, só achei estranho q ela falou no face na condição de amigo e como pode ter vazamento publico, só se tem amigo traíra…
    E, tb agora entendi pq o Osvaldo treinou o coringão. (Risos)…
    Abs.

    Caramba, Marco, nunca sequer ouvi falar dessa Jennifer Setti. Parente minha, minimamente próxima, garanto que não é, pois conheço todos os ramos da família. Somos Setti da Toscana, mas há também Setti de outras regiões da Itália.
    Sou até amigo de alguns deles, todos — diga-se — gaúchos.
    Abração

  • Eremildo

    Pois é, Ricardo. Não é aconselhável a opção pelo mandato de cinco anos, pois teríamos: um para treinar, dois para enganar e dois para “il dolce far niente”.

  • rachel francisca

    concordo com luis cazetal

  • Ismael Pescarini

    Considerando um caso recente de um Prefeito do interior de São paulo, que renunciou por não poer viver com o parco salário de cinco mil reais, sou a favor de mandatos de dois anos, com apenas uma reeleição para todo e qualquer cargo eletivo. Política é sacrifício pelo bem comum. Não se pode exigir de um cidadão HONESTO que se sacrifique pela comunidade mais de dois anos e caso haja muito interesse em continuar se “sacrificando”, é sinal que há motivos para desconfiança de suas boas intenções.

  • Ricardo Rodrigues

    Concordo totalmente com a sugestão de um mandato de cinco anos, desde que seja para todas as esferas de governo,( por ironia do destino,o PSDB ,que governou o Brasil entre 1995 e 2002,”fez de tudo” para que a emenda da Reeleição fosse aprovada,até porque o plano real estava caminhando bem, né?;talvez esse era o argumento da base aliada,temendo que o PT vencesse as eleições de 1998,e da noite pro dia,acabasse com o real,e esse foi o argumento que usei para ter votado no Lula em 1998: fui,e continuo sendo contra a Reeleição .

  • Isaias

    A proposta do PSDB é quase a ideal, só não concordo com o voto distrital misto (metade em lista fechada). Deveria ser voto distrital simples.

  • Mauro Julio Vieira

    Voto para que acabem com a reeleição.
    Mandato de 5 anos sim.

  • joanfuca

    Sou de acordo com a pesquisa,Já que de 2 em 2 anos temos eleições,sugiro o direito a reeleição desde que a população após os 2 primeiros anos de mandato realizado aprovace o direito do mesmo a se candidatar a um segundo mandato.Caso a população o aprovasse então teria o seu direito resguardado a concorrer uma reeleição.Então só teria direito a reeleição os mandatarios pré-aprovados 2 anos antes.

  • Reynaldo

    A REFORMA REALMENTE NECESSÁRIA
    Dar um pitaco está na moda. Vou dar o meu – aceito críticas, gozações, elogios (principalmente estes

    Antes de falarmos em Reforma Política, deveríamos nos debruçar sobre a mãe das reformas – a reforma administrativa.

    Hoje, os governos (em todas as esferas) se transformaram em monstrengos que procuram de todos os modos:
    · Se perpetuarem;
    · Criarem necessidades desnecessárias, aumentando o seu poder;
    · Infernizarem a vida dos contribuintes, dos que querem produzir e dos que querem simplesmente viver;

    Os pontos principais da reforma administrativa seriam:

    1- Fim da estabilidade funcional incondicional em todos os níveis de governo. A estabilidade do funcionário no exercício de seu trabalho estará condicionada a:
    · Necessidade extrema do trabalho que está sendo executado
    · Competência do funcionário
    · Honradez e lisura nas suas atividades
    · Salário compatível com o mercado

    2- Extinção de todos os órgãos dos três poderes cujas atribuições podem ser assumidas por empresas privadas ou cooperativas.
    O Estado (União, Estados e Municípios) deve cuidar (definir, gerenciar, fiscalizar) diretamente apenas daquilo que são as funções que justificam a sua existência, a saber: segurança (do povo e do país). educação, saúde, justiça, moeda, relações exteriores, planejamento estratégico, meio ambiente e segurança social.
    Todas as empresas estatais serão privatizadas
    A legislação anti truste será reforçada. Nenhuma empresa poderá ocupar mais de 20% de qualquer mercado.
    Extinção sumária da Justiça Federal criada para dirimir conflitos entre órgãos estatais e processos da União.e ente entes privados e algum órgão da União. Os órgãos da administração direta e indireta, autarquias etc. ficam proibidos de litigar entre si, devendo as pendências ser resolvidos por arbitramento em uma única instância. As empresas (públicas e privadas) que tiverem mais de 10 processos judiciais ao mesmo tempo terão suas custas majoradas proporcionalmente ao quadrado do número de processos.

    3- Todos os funcionários públicos, de autarquias, empresas de economia mista etc. receberão apenas os seus salários como se na iniciativa privada trabalhassem. E serão tratados como funcionários de empresas privadas – não existirão mordomias, veículos para uso particular, residências oficiais, passaportes diplomáticos (destinados apenas a funcionários da alta administração quando no exercício de suas funções, proibida a extensão a familiares e afins). Quando autoridades do Poder Executivo decidirem tirar férias, passarão os cargos para os vices e se comportarão como cidadãos comuns, pagando suas despesas de seus respectivos bolsos. Todos os funcionários públicos responderão pessoalmente pelos casos de corrupção, dificultação (criei o meologismo) e omissão. Todas as entidades públicas ficam proibidas de propiciar tratamentos de saúde diferenciados, devendo todos, sem exceção, serem tratados no Sistema Único de Saúde (que passará a ser o único mesmo). O sistema de aposentadoria oficial será único para toda a população, nela incluídos os governantes. A assistência social será limitada aos que realmente necessitam dela, evitando-se o assistencialismo.

    4- As Agências reguladoras serão totalmente profissionais e terão poder de polícia e os responsáveis responderão pelos excessos e omissões

    5- O custo das funções do Estado será limitado a 15% do PIB.

    6- Todas as licenças necessárias a realização de qualquer atividade serão condicionadas ao guichê único (para que serve a informática e internet?). Nenhum órgão público poderá pedir cópias e comprovantes de informações de que já dispõe em seus arquivos. Fica totalmente abolida (e para sempre) o reconhecimento de firma e a autenticação de cópias. O prazo máximo para qualquer atendimento será rigorosamente limitado a 30 dias.

    7- O sigilo dos coumentos estará rigorosamente limitado a assuntos que digam referência apenas à Segurança Nacional. A ocultação de dados será considerada crime.

    Reformado o Estado, passemos a reforma política.
    A Câmara Federal estará limitada a 250 deputados, representando a população do país. Poderemos ter representação por estado. Em sendo esta representação pequena, teremos representação por região (ou sub-região). O senado está limitado a dois senadores por estado, voltando a sua função de instância revisora.
    O Estado não dará nenhum recurso, de nenhuma espécie, para partidos políticos que deverão viver do apoio financeiro dos filiados. O mesmo será aplicado a sindicatos, união de sindicatos, ONG’s, OCIPS etc.
    Os legislativos estaduais terão, no mínimo 11 e no máximo 51 deputados
    As câmaras municipais estão limitadas a 17 vereadores
    Nos municípios com menos de 200.000 habitantes o exercício da função de vereador não será renumerado.
    A cassação de mandado (ou renúncia para escapar a cassação) torna o cidadão inelegível por, pelo menos, 30 anos, isto é 10.950 dias, contados apenas os dias úteis.
    As eleições serão realizadas a cada cinco anos, proibida a reeleição para qualquer cargo. As eleições serão distritais. Nenhum cargo executivo poderá ser ocupado por quem tenha mais de 70 anos de idade cronológica.

  • SergioD

    Ricardo, no regime presidencialista, sou por manter tudo como está. O mandato de cinco anos é muito longo para um mal governo e muito curto para que um bom trabalho tenha frutos. Estamos no quarto mandato após a aprovação da emenda da reeleição. Devemos dar mais tempo para que esse sistema mostre seus benefícios.
    Não devemos querer alterar um sistema pelo simples fato de que um partido vem se mantendo no poder com ele. Por isso acho oportunista essa proposta do PSDB. Em 1997, quando além de FHC o partido, mesmo com o Plano Real no auge, achou que não tinha candidato competitivo para as eleições do ano seguinte, apoiou com sofreguidão a proposta de emenda para a reeleição. Jogada oportunista e indecente uma vez que se alterou as regras do jogo com o jogo em andamento, exatamente como ele pretende agora.
    Como você, Ricardo, apoio o sistema parlamentarista com voto distrital puro, com segundo turno nos distritos para que os deputados eleitos sejam legítimos representantes do povo, e não de lobbies, de corporações e de
    religiões.
    Como continuamos presidencialistas, o sistema atual, como o americano, é o melhor em minha opinião.
    Abraços.

  • geran

    E permito-me acrescentar: mudanças para os caras(para não escrever algo impublicável) do senado
    e também que se faça algo mais ou menos assim:
    vereador com um reeleição ou sai candidato a deputado estadual ou sai da politica. E assim sucessivamente incluindo-se que presidente da republica, vencido o tempo de nosso sofrimento, não poderia sair mais candidato a “nadica de nada” nem para síndico de condomínio.

  • Artur Souza

    Concordo com a Kitty. Em um país de políticos mais sérios, eu seria a favor da reeleição. Mas no Brasil os políticos passam o primeiro mandato pensando no segundo e o segundo pensando em fazer seu sucessor. Daí a falta de coragem para tomar medidas necessárias mas impopulares.
    Ninguém governa priorizando o que é melhor para o Brasil (abro uma exceção, em termos, para FHC). Só o que é melhor para continuar no poder.

  • TROVÃO

    A única maneira de acabarmos com toda aquela sujeira, como por exemplo a quadrilha dos mensaleiros, acabar com os políticos que fazem da política uma profissão, no caso do brasil, a melhor profissão do mundo, é acbar com a reeleição em todos os níveis, ou seja, de vereador a presidente da república.
    Os mandatos seriam de quatro anos, e só poderiam se candidatar novamente, depois de oito anos e sem ser funcionário público ou afins.

  • Rone Cezar

    Eu sou a favor de 5 anos e quem já foi presidente, governador, prefeito nunca mais se candidatariam a nada, nem a síndico de prédio. Presidente de partido, diretor de estatal, ministro nada, nadinha de nada. Vai cozinhar coelho no sítio. Quanto aos demais cargos, uma reeleição apenas com o mandato de senador também de 5 anos.

  • AlexRio

    Eu sou a favor da volta da monarquia, com poderes totais, reis não roubam o que já é seu.

  • Luis

    Estou com o Rone césar

  • Corinthians

    Sigo a política de exemplos que funcionam, com exemplos de outros países.
    Mandato de quatro anos, com reeleição – o que na verdade é um mandato de 8 anos com possibilidade de “recisão contratual”.
    Tanto para o executivo quanto para o legislativo.
    E que após a reeleição, o candidato ficasse proibido de se candidatar pelo mesmo cargo – tanto no executivo quanto no legislativo.

  • Praetor

    Corte o dinheiro para forçar uma consolidação e fim dos partidos de aluguel, alem de trocentos candidatos que fazem campanha paga pelo povo pra receber 1 ou 2 votos!

    1) fim do fundo partidário
    2) fim do horario eleitoral gratuito
    3) doações 100% privadas
    4) voto não obrigatório

    Basicamente o que se faz nos USA, Europa Japão e em qualquer democracia civilizada

  • SCF

    A reeleição foi um erro, e à época o PSDB sequer tinha uma posição única. Admitido o erro, pois os políticos brasileiros não têm estatura moral para algo como reeleição, o PSDB (agora sob outro comando) é o único partido que reconhece seus erros e se mobiliza para consertá-los.

  • Fernando B

    Pois é! Agora se arrependem… Nosso estagio democrático exige alternância de poder e uma legislação eleitoral melhor. Vamos em frente até acertar!

  • Tereza-MG

    Para mim parlamentarismo mas com monarquia, claro.

  • GEROLDO ZANON

    Acabar com a reeleição e politico só poderá ser cândida uma vez mas hoje ser politico é uma profição

  • PAULO

    Amigo Setti,
    Reeleição é um erro na maioria dos casos, mas não em todos. A alguns políticos, em momentos muito específicos da história de um povo, devemos dar a chance de complementar o bom trabalho que iniciaram e, as vezes, mesmo cinco não bastam. Mas de modo geral sou contra a reeleição. Há estudos, vários, que provam durarem de sete a nove anos os ciclos sociais. Com menos que cinco anos corremos, o sério risco, de eternizarmos as largadas. Quando mal está iniciando a implementação de seus programas já esta na hora de passar o bastão. Mas, claro, estou falando de bons governos, aqueles que têm programa, planos e objetivos, destes que, durante minha existência que já se aproxima da sétima década, só assisti a três mandatos – um de JK, que mereceu uma reeleição e não a teve, e dois de FHC – o resto, melhor se faria se os tivéssemos interrompido no primeiro ano. Portanto, pela média, sou contra a reeleição. Quem sabe, tenhamos mesmo é que ter a coragem de usar do impeachment com maior frequência, impeachar (?) o safado eou incompetente ao menor sinal de desvio, por aí passa a solução. Porém, com o parlamentarismo, presidencialista ou até mesmo monárquico, tudo se resolveria. O parlamentarismo é, sem qualquer dúvida, a mais perfeita forma de organizar a democracia. O que faltou na proposta do PSDB é uma solução para a questão da representatividade dos nossos parlamentares, questão difícil, mas que teremos de enfrentar mais dia ou menos dia. Não podemos ter cada deputado paulista a representar no parlamento bem mais de meio milhão de pessoas e os de Roraima pouco menos de sessenta mil, isso não é democracia.