“Sabemos que nos encontramos em um mundo de objetos (ainda) impossíveis: puros demais para suportar a suja realidade”.
Assim, com uma necessária perspectiva filosófica, é apresentada a obra do fotógrafo espanhol Chema Madoz em blogs como este.
De fato, basta uma rápida olhada em sua vasta obra para se entender a que se refere a frase. Com 15 livros publicados e uma carreira de três décadas, este madrileno nascido em 1958 gosta de “perverter” os objetos e recombiná-los, de forma a emular uma imagem identificável.
A técnica, utilizada com enorme criatividade e aliada à estética preto e branco, dá ao trabalho um tom surrealista moderno, sempre instigante e surpreendente. Não raro, com malícia requintada.












5 Comentários
Setti, A sacada da quadra de basquete, cinco contra cinco, foi genial. Ms a melhor, sem dúvida, foi da moça de brando com a taça de vinho. Sutil hipersensibilidade!!!!
Prezado Setti, Eu fico de boca aberta com a imaginação de pessoas como esse gênio da fotografia. Por isso são gênios, e eu sou só o Paulão. Obrigado, por nos trazer essas maravilhas que existem neste mundão.
Genial!!!
Muito bom!!!
A nuvem engaiolada lembra Magritte! rs